terça-feira, 2 de maio de 2017

8 COISAS QUE PESSOAS QUE RESPEITAM A SI MESMAS NUNCA TOLERAM

 Aprender a respeitar a si mesmo é uma viagem que começa com olhar-se no espelho e aceitar o que você vê. Sim, você nunca será perfeito. A vida é um constante trabalho em andamento. Mas quando você aprende a respeitar a si mesmo, dá menos importância à suas imperfeições.

E isso não é tudo. Autoestima também ensina que algumas coisas – como as seguintes – não devem ser toleradas.


1.Deixar que se aproveitem de você

Quando alguém não tem autorrespeito, se torna um alvo fácil para as pessoas que procuram se aproveitar. Elas sabem que a pessoa provavelmente não vai se defender porque não se vê como uma prioridade.

Uma pessoa que se preza, por outro lado sabe que o seu tempo e energia são preciosos, e vai garantir que seus próprios interesses sejam atendidos primeiro.

2.Falta de progressão
 Uma pessoa que se respeita sabe que, apesar de suas falhas, tem um grande potencial. Ela não vai se sentar e olhar para seus vazios – vai trabalhar para completá-los.

Isso é porque uma pessoa que se preza reivindica o poder de escolha e mudança.

3.Ser influenciado

Alguém que não tem autoestima é facilmente influenciado pelas opiniões e comportamentos dos outros, porque não vê as suas próprias como válidas. Buscam a direção do mundo ao seu redor, ignorando o chamado interior.

Uma pessoa que se respeita, por outro lado, sabe que sua visão subjetiva é tão válida quanto a de outra pessoa. Ela trabalha com os seus valores e tome decisões por si mesma.
4.A alma que esmaga a carreira

Uma pessoa que se preza escolhe os objetivos de longo prazo com base em seus pontos fortes, objetivos e valores. Não escolhe uma carreira que a faz mal.
Ela sabe que a sua vida é valiosa e faz mais do mesmo, em vez de viver infeliz por conta de um salário.

5.Relações de controle

Por que as pessoas ficam em relações abusivas? Uma das principais razões é a falta de autorrespeito. Alguém com baixa autoestima é muito menos propenso a se defender e lutar por sua quota de controle nos relacionamentos.

Uma pessoa com autorrespeito, por outro lado, não terá relações com pessoas que querem as controlar. Elas sabem que não vale a pena e que vão encontrar alguém que respeite os seus direitos.

6.Declínio da saúde

Uma pessoa que se preza valoriza a sua saúde física, tanto quanto o seu estado mental. Ela não vai encher-se com alimentos não saudáveis e negligenciar exercícios.

Elas querem que o seu corpo seja um reflexo de sua vida.

7.Perda de tempo

Uma pessoa que se respeita vai sempre encontrar maneiras positivas de usar seu tempo e inteligência – seja cortando a grama ou fazendo uma visita ao museu.

8.Infelicidade

Muitas pessoas punem-se por se contentarem com algo menos do que a felicidade ideal. Uma pessoa que se preza sabe que não merece isso. E assim, todos os dias, escolhe a felicidade.

Quando as coisas não estão funcionando, elas assumem o controle as fazem funcionar.

Fonte do texto: David Wolf - via: https://osegredo.com.br/2016/08/8-coisas-que-pessoas-que-respeitam-si-mesmas-nunca-toleram/

sábado, 29 de abril de 2017

O IMPOSSÍVEL É AQUILO QUE VOCÊ NÃO TENTA!

É impossível algo dar certo se você não tentar!

Parece que é uma ofensa com a vida você não tentar algo. Um desperdício de tempo e vivência na terra.
Tentar segundo o dicionário é se esforçar, buscar ou procurar algo. É você andar no escuro e encontrar uma direção ou saída.
É também você querer ultrapassar uma barreira na sua vida, a do medo. Medo daquilo que não podemos ver, sentir ou tocar.
Sabe aquela oportunidade de emprego em outro estado? Está na hora de tentar, de começar algo novo, de aprender a se virar sozinha, de cozinhar, ser independente e a fazer seu próprio jantar.
Eu sei que o desconhecido é assustador, que tudo pode dar errado, assim como tudo pode dar certo.
Infelizmente a vida é uma matéria de exatas que a maioria não entende. Sua porcentagem é meio a meio, 50%. É como dizem, o não você já tem, porque não tentar mudar isso para o sim.
Sim, deu certo. Sim, eu consegui. Sim, eu venci. Sim, eu cheguei até aqui. Sim, eu superei os obstáculos. Sim!

É certo que se de alguma forma a mudança não te fizer feliz, sua família vai estar ali, te esperando de braços abertos, e novas oportunidades irão surgir. O que você leva de toda situação ruim são as experiências e aprendizado. Pois não se engane, sempre tem!
Quanto aquele lance com o cara que você está super afim, e isso já faz mais de oito meses. Por que não dar uma chance para o romance, o namoro sério?
É impossível algo dar certo se você não tentar. Se vai durar anos, meses ou dias, não sabemos ao certo, mas que nesses momentos você fará história na vida do outro e juntos vão construir lembranças isso é um fato. Que por sinal, é muito lindo de se imaginar.
Não fuja das oportunidades que a vida te proporciona. Afinal de contas, ela não é uma mãe que insiste, e bate na porta mais de uma vez para que se levante e siga em frente.
A escolha é sua.

Quer tentar ou ficar dizendo que é impossível?

Fonte do texto: postado por Aline Felix no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2017/01/o-impossivel-e-aquilo-que-voce-nao-tenta/

NÃO SE CULPE POR NADA. TUDO QUE VOCÊ VIVE É NECESSÁRIO PARA CONSTRUIR SUA HISTÓRIA!

Forças para prosseguir – Tudo o que você vive é necessário para construir sua história!

Queria que você jamais se esqueça, que é bem mais forte do que imagina, basta acreditar um pouco mais em si mesmo e perceber que não deve ter medo em hipótese alguma de ser você mesmo.
É importante respirar fundo, pegar impulso com todas as forças que possui aí dentro de você que é incrível. Agora ergue essa cabeça e siga em frente, sem olhar para trás.
Se tropeçar ou até mesmo cair, vai encontrar forças dentro de você, que nem imaginava que existia para poder prosseguir a sua caminhada pela estrada da vida.

Mas lembre-se: é importante não desistir, pois lá na frente tudo fará sentido e vai valer, todos os tropeços, marcas e até mesmo nãos que obteve como resposta em certas circunstâncias.
Aprendemos desde muito cedo, só que ainda temos muito medo de errar e daquilo que possa não dar certo, mas vai por mim…. É melhor errar ou até mesmo se machucar, viver e aprender do que ficar o tempo todo na zona de conforto achando que aquilo poderia ser diferente se tivesse realmente tentado.

Não se culpe por nada, tudo o que você vive é necessário para construir sua história de sucesso e principalmente te fortalecer, para ser quem você é.
Grandes pessoas não são aquelas que em sua vida tudo ocorre conforme o roteiro e sim aquelas que conseguem encontrar luz em qualquer trajetória.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2017/02/nao-se-culpe-por-nada-tudo-que-voce-vive-e-necessario-para-construir-sua-historia/

segunda-feira, 24 de abril de 2017

PESSOAS FELIZES NÃO FALAM MAL DOS OUTROS!

 Em vez de ficar obcecada com as críticas ou de ficar criticando os outros, dedique seu tempo para melhorar a si mesma e o seu entorno.

O hábito de “falar mal” dos outros está tão enraizado na nossa sociedade atual que infelizmente não nos damos conta do quanto ele pode prejudicar a vida de todos: aquele que critica, aquele que é criticado, e até aquele que ouve passivamente a crítica sobre os outros.

Você já reparou em como as pessoas felizes não falam mal dos outros? Parece que elas, simplesmente, não têm essa necessidade que tantas outras pessoas têm.

Neste artigo, queremos falar sobre os motivos pelos quais as pessoas criticam as outras e sobre como podemos nos manter fortes diante das críticas e das energias negativas de pessoas que só sabem falar mal dos outros.

Por que as pessoas falam mal dos outros?
O motivo principal pelo qual as pessoas sentem a necessidade de falar mal dos outros é para que elas se sintam melhor com as suas próprias inseguranças.Geralmente elas procuram defeitos e falhas dos outros para comentar, em uma tentativa de disfarçar, tirar o foco ou até parar de pensar nos seus próprios defeitos.

E não se enganem: ninguém está imune a isso. Analise o seu próprio comportamento com atenção e veja se você não fez nenhum comentário maldoso nos últimos tempos, mesmo sem intenção. Muitas vezes falamos algo e só depois nos damos conta.

Infelizmente este tipo de comportamento está enraizado no dia a dia de muitas pessoas, que na maioria das vezes estão insatisfeitas com algum aspecto das suas vidas, e criticam os outros para, de alguma forma, se sentirem melhor, mesmo que isso seja feito de maneira inconsciente em algumas situações.

MANTENHA-SE FORTE DIANTE DAS CRÍTICAS

 Também é fundamental falar sobre o outro lado da moeda: a pessoa que é criticada. Em teoria, deveríamos todos ser completamente imunes às críticas. Afinal, o que uma pessoa diz sobre nós é a realidade dela, e não a nossa. Ninguém sabe realmente o que acontece na vida de outra pessoa, tanto das alegrias e momentos de felicidade quanto das lutas e adversidades superadas.

Não deixe que a opinião dos outros influencie o seu dia a dia negativamente. É muito importante reforçar e desenvolver a sua autoestima e autoconfiança, para saber lidar melhor com as críticas e resistir a delas. Sabemos que, muitas vezes, é difícil fazer isso, mas a chave para consegui-lo é o autoconhecimento.

Se você estiver feliz consigo mesmo, se tiver valores fortes nos quais acredita, se souber valorizar tudo o que tem na vida, ao invés de focar no que não tem, poderá viver alheio aos comentários dos outros, pois eles não o afetarão.

AFASTE-SE DE QUEM SÓ SABE CRITICAR
 Todo mundo conhece uma pessoa repleta de energias negativas, que só sabe se queixar da vida, reclamar de todos os acontecimentos, até dos felizes, e falar mal dos outros sempre que tiver uma mínima oportunidade.

Estas energias são contagiosas, por isso não vale a pena incentivar este tipo de comportamento, pois você também irá perder com ele. Cerque-se de pessoas felizes, com um astral lá em cima, otimistas e que enxerguem o lado positivo da vida, e não de pessoas que deixam todos (e inclusive elas mesmas) “para baixo”.

E não se engane: uma pessoa que fala mal dos outros para você, certamente fala mal de você para os outros. É este tipo de amizade ou relacionamento que você quer ter? Talvez seja o momento de reavaliar.

Se você conviver com alguém assim, pode conversar e explicar que este comportamento somente prejudica a todos, e que você não gostaria mais de ouvir comentários maldosos sobre as outras pessoas. Se mesmo assim não adiantar, infelizmente a melhor solução pode estar no afastamento.

SEJA A MELHOR VERSÃO DE VOCÊ MESMO(A)
 As pessoas felizes estão preocupadas demais com elas mesmas e com o seu bem-estar pessoal para perder tempo falando mal dos outros. Inspire-se nelas!

Dedique o seu tempo, os seus pensamentos e as suas palavras à pessoa que mais importa na sua vida: você mesmo! Mantenha o seu foco em ser a melhor versão possível de você mesmo, trabalhando as suas inseguranças sem se comparar aos outros, e sem perder tempo com comentários e observações a respeito de características e comportamentos alheios.

Quando você estiver satisfeito consigo mesmo, certamente estará tomando as melhores decisões para o seu presente e o seu futuro, e vivendo de acordo com a sua verdadeira essência, não terá nenhuma preocupação com os outros e poderá seguir em frente de forma muito mais leve, plena e feliz.

Fonte do texto: Melhor com saúde - via: http://www.sentimentosemfrases.com/pessoas-felizes-nao-falam-mal-dos-outros/

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

 As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades. 

Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras. 

No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. 

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. 

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada. 

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. 

Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca. 

É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. 

É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo. 

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não. 

É elegante não ficar espaçoso demais. Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. 

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. 

É elegante retribuir carinho e solidariedade. 

Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância. 

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. 

A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente. 

Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação. 

É ser amigo sem conivência negativa. 

Ser sincero sem agressividade. 

É ser humilde sem relaxamento. 

Ser cordial sem fingimento. 

É ser simples com sobriedade. 

É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde. 

É superar dificuldades com fé e coragem. 

É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar. 

Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é. 

* * * 

Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento. 

Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.

Fonte: Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em mensagem de Martha Medeiros, encontrável no site: www.nuraferretsilveira.hpg.ig.com.br/elegancia.htm

INVEJA, CALÚNIA E DIFAMAÇÃO...

 Quem nunca sofreu com calúnia, difamação, inveja?

Calúnia e difamação são frutos de mentes e corações distantes do amor e do bem. São as armas prediletas para atacar as pessoas de bem.

Pessoas más inventam, aumentam, distorcem e fazem tudo para tentar sujar a imagem de seus desafetos.

Essa prática é mais comum do que imaginamos. A fofoca é um exemplo. Raramente uma fofoca é fiel à realidade, vem sempre associada à maldade e à inveja.

Como lidar com estas situações?

- Se as pessoas para as quais forem ditas calúnias a seu respeito, conhecem bem você, não faça nada. O caluniador está passado seu próprio atestado de mau caráter.

- Quanto às pessoas que não conhecem você tão bem, explique-se somente àquelas que merecem sua consideração e estão diretamente envolvidas com você.

- No trabalho, justifique-se somente com as pessoas às quais você responde hierarquicamente e amigos verdadeiros. Esclareça as calúnias. Mantenha tudo na esfera profissional, trate dos fatos, não das pessoas caluniadoras.

E lembre-se:

1. Nada do que disserem a seu respeito poderá diminuir o seu real valor. Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem que você permita.

2. O tempo é o maior aliado da verdade. Nenhuma mentira, calúnia ou difamação resiste à ação do tempo!

3. Sua melhor resposta é sua história de vida. Pratique a virtude, faça o bem. Nada poderá destruir esse patrimônio!

-Auto desconhecido

COISAS QUE A VIDA ENSINA DEPOIS DOS 40

Amor não se implora, não se pede não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...

-Artur da Távola

sexta-feira, 21 de abril de 2017

NÃO HÁ NADA A GANHAR COM FOFOCAS. AFASTE-SE DELAS!

Por que fazer parte das fofocas? Esqueça-as: que não invente o que não se sabe; se não viu, que não comente! Se não escutou, que não fale. Ruins são as pessoas que não viram nada com os olhos, mas que inventam e muito com a boca. Infelizmente ainda existem pessoas que têm muito o que aprender.

Há quem pretenda nos enganar. Esta é a verdade, ainda que seja difícil aceitarmos. As fofocas e as histórias repassadas têm três tipos de veneno… Por quê? Porque ferem quem diz, quem ouve e a pessoa que é motivo da fofoca.

Quando você escutar uma fofoca ou história sobre outra pessoa ou até sobre você mesmo, tampe os ouvidos. Não entre no jogo nem aceite a situação, porque quem quer fazer dano só consegue se recebe dos outros seus créditos e sua atenção.

Quem dedica seu tempo ao aprimoramento de si mesmo…

…não tem tempo para criticar os outros. Escutar fofocas, contos e histórias inventadas nos desgasta intensamente. Mesmo quando nós somos os emissores, o mal que fazemos volta para nós em forma de coisas tóxicas, sentimentos ruins e inadequação vital e social.

As pessoas fofoqueiras não são queridas pois, como se costuma dizer: “o que a Marina diz de Paula, diz mais de Marina do que de Paula”. Quem gostaria de depositar sua confiança em alguém que fala um pouco de todo mundo?

Devemos procurar o que há em nossa inquietude, deixar de lado a falação e não se meter naquilo que não cabe a nós falar ou expressar nossa opinião. De fato, umas vez mais devemos nos lembrar de que antes de dizer qualquer coisa temos que filtrar nossa mensagem em pelo menos três momentos diferentes. Vejamos uma pequena história que resume essa questão perfeitamente:

“O jovem discípulo de um filósofo sábio chega em casa e diz a ele:

-Mestre, um amigo esteve falando de você com malevolência…

-Espere! – interrompe o filósofo – Passou o que você vai me contar pelos três filtros?

– Os três filtros? – pergunta o discípulo.

-Sim, o primeiro é a verdade. Está certo de que o que quer me dizer é absolutamente correto?

-Não. Ouvi o homem falando para uns vizinhos.

-Ao menos então passou pelo segundo filtro, que é o da bondade. Isso que deseja me dizer, vai ser bom para alguém?

-Na realidade não… muito pelo contrário.

-Ah, vá! O último filtro é o da necessidade. É necessário que eu fique sabendo disso que tanto o inquieta?

-Para a dizer a verdade não.

-Então – disse o sábio sorrindo – se não é verdade, nem bom, nem necessário, enterremos a história no seu ouvido?“
As fofocas só têm um poder: a atenção de quem as escuta

Em uma ocasião Carolina Herrera disse que se algo não nos agrada podemos tirar-lhe o único poder que tem: nossa atenção. Realmente não há nada que possa nos afetar se nós não dermos crédito e atenção.

Manter-nos longe das fofocas serve para, primeiramente, manter uma atitude saudável diante de nossas relações, nossa saúde e nossa autoestima. Porque quando damos ouvidos para o que os outros vem falando, de algum modo estamos permitindo que aquilo penetre em nossa mente.

Isso vai se sedimentando e acaba destruindo a ordem pessoal e mental que vamos ganhando através da sinceridade, do respeito, da humildade, da generosidade e da honra. Como consequência acabamos formando uma espécie de cálculo emocional e social que gera problemas e conflitos em nós e nas nossas relações.

Por isso é positivo não permitir que ninguém nos conte fofocas ou histórias que distorcem nossa realidade e pioram o modo como nos entendemos com nossos pensamentos, sentimentos, e damos respeito aos outros e a nós mesmos.

Fonte do texto: A mente é Maravilhosa 

  via: https://osegredo.com.br/2016/07/nao-ha-nada-ganhar-com-fofocas-afaste-se-delas/

CONFIE DESCONFIANDO... DECEPÇÃO PODE VIR DE QUEM NÃO ESPERAMOS!

 Sim, decepção pode vir de quem não esperamos!

Eu tenho um coração mole. Desses que apanham, mas não deixam de acreditar. Um coração capaz de desculpar, de relevar e sempre recomeçar. Geralmente, ele é equilibrado, mas eu confesso que me sinto ainda mais viva, quando ele acelera e consegue transformar a razão em emoção.

Eu não sabia que uma paixão poderia mudar completamente o meu comportamento e pensamento. O que eu vou contar nesse texto, não tem absolutamente nenhuma relação com ingenuidade. Muito pelo contrário, são através das experiências, positivas ou negativas, que adquirimos maturidade. E, assim, como todo ser humano, eu tenho as minhas falhas, deslizes, erros e acertos. Com o passar do tempo, estou apenas estipulando prioridades e, sinceramente, encontrar o amor da minha vida tornou-se o último item da minha lista. É triste olhar para o lado e perceber, aliás, enxergar com os próprios olhos que o egoísmo está sendo predominante nos relacionamentos amorosos. O próprio umbigo tornou-se o centro da covardia. Portanto, o que o outro sente, não tem valor ou reconhecimento. Não é questão de sorte ou azar, mas sim, de muita gente procurando algo qualquer, sem saber o que realmente buscam para si. Quando encontram e a carência se faz presente, tudo serve. Mas convenhamos, que forçar a barra não é saudável. Portanto, saiba os seus limites e, desta forma, encontre alguém que se encaixe e faça morada na sua vida.
Decepções são inevitáveis. A única coisa que mantemos sob controle, é a ilusão de que temos controle sobre alguma coisa.

Quem muito quebrou a cara, dificilmente segue com os padrões originais de fábrica. Um coração partido não se reconstrói. Perder a confiança é alimentar-se de paranóias. Mentiras, quando descobertas, são verdades dolorosas. Omissão é antônimo da transparência. Segundas chances cabem aos corajosos. Desistência aos perdidos. O amor não é um jogo de vencedores ou perdedores. Muito pelo contrário, o amor é um lugar seguro para os feridos. A decepção não mata, mas faz morrer sentimentos e crenças. Por vezes, depositamos em alguém a responsabilidade da nossa própria felicidade, mas devemos ter em mente que escolhas são renúncias. A sentença pode custar muito caro, invista em sorrisos.

  Decepções nos revelam o que é ilusão ou realidade. Você aprende a não se decepcionar quando aceita as surpresas da vida. Quando liberta-se de expectativas, afinal, ninguém será exatamente do jeito que desejamos. Não espere consideração, reconhecimento ou que os outros façam o que você faria. Não queira nada em troca, faça para sentir-se bem e não para impressionar ou querer chamar atenção. Por fim, compreenda que as pessoas não nos decepcionam, elas apenas oferecem o que são, de fato, para aqueles que aceitam merecer e se conformam com o recebido. Decepções são inevitáveis. A única coisa que mantemos sob controle, é a ilusão de que temos controle sobre alguma coisa. Liberte-se da consciência pesada e saiba que você nunca será bom o suficiente para todos, porém, será perfeito para aquela pessoa que te merece.
Decepções nos revelam o que é ilusão ou realidade. Você aprende a não se decepcionar quando aceita as           surpresas da vida.
 Estou me afastando de tudo o que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Querendo ou não, eu sou assim: deposito confiança no incerto, mantenho a esperança no improvável, aposto em fraquezas. Acredito em amores inexistentes, em palavras que não fazem o menor sentido, em atitudes que nunca tomaram forma. Eu fantasio coisas na minha cabeça, ilusões e mais ilusões, com intenção de fugir da realidade que me destrói, cada vez mais, todos os dias. Compreendi, então, que substituir pessoas que já me substituíram é uma forma de cautela, para nunca decepcionar alguém que faria de tudo por mim. Afinal, essa seria a maior burrice: encontrar alguém que valha a pena, e perder por não saber tomar decisões corretas.
Quando eu comecei a escrever, afirmei que encontrar alguém não estava nas minhas prioridades. Mas agora percebo que, não importa o que aconteça, nos imprevistos, altos e baixos que passei até chegar aqui, eu nunca deixei de acreditar no amor e nos seus infinitos benefícios.

Pense bem antes de agir, só isso…
A dor que hoje me machuca, é a mesma que amanhã me ensina e fortalece.

Fonte do texto: postado por Jéssica Pellegrini no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2017/02/confie-desconfiando-decepcao-pode-vir-de-quem-nao-esperamos/

quarta-feira, 19 de abril de 2017

APRENDA A IDENTIFICAR PESSOAS QUE POSSUEM REAL FALTA DE CARÁTER

O que é caráter?

Caráter é um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo ou de um grupo. É um feitio moral. É a firmeza e coerência de atitudes.

O conjunto das qualidades e defeitos de uma pessoa é que vai determinar a sua conduta e a sua moralidade, o seu caráter. Os seus valores e firmeza moral definem a coerência das suas ações, do seu procedimento e comportamento.

O que é falha de caráter:

As falhas de caráter são características naturais do ser humano. Errar faz parte do desenvolvimento e é graças aos erros que muitas de nossas aprendizagens, e mesmo evolução como pessoas, acontece. A falha está relacionada com consciência e busca sincera por mudanças.

E o que é FALTA de caráter:

A falta de caráter é percebida quando, mesmo errando repetidamente com os outros, causando prejuízo a terceiros, e ferindo sentimentos através de manipulações e mentiras, a pessoa insiste no ato. A falta de caráter é característica de pessoas com baixa consciência moral, uma vez que essas pessoas não objetivam melhorar, pelo menos não sinceramente.

Alguns exemplos de FALTA de caráter:

Mentiras:

Todos nós mentimos, quer admitamos, quer não. As mentiras podem ser coisas banais do dia a dia, como dizer que vamos para casa, quando realmente não queremos sair com alguém. (nesse caso, até uma maneira de tentar abrandar um mal-estar), como podem ser mentiras mais graves, e que envolvem consequências importantes. Entretanto, como eu disse no começo, todos estamos sujeitos a um erro grave. A diferença entre uma mentira acontecer em uma pessoa normal (cheia de falhas, mas que tem consciência), e em uma pessoa com falta de caráter, será a repetição e a não correção do ato, mesmo após ter passado por situações delicadas com as mentiras anteriores. Uma, duas mentiras são aceitáveis. Entretanto, um mentiroso (a) frequente mostra sérios sinais de falta de caráter.

Traição:

Longe de ser um tópico moralista, a traição pode ser entendida como falta de caráter, quando também acontece recorrentemente em uma relação em que o pacto do casal é de fidelidade. A traição também deve ser lembrada nos contextos de sociedade, no trabalho e amizade, em que o raciocínio é o mesmo: quebra de acordos e confiança.

Dívidas:

Uma coisa é a pessoa passar por situações complexas e que impossibilitem o pagamento de suas contas, outra coisa é a má administração do dinheiro, o consumismo desnecessário e o “comprar sem ter a intenção de pagar”. Um exemplo que deve ser observado são as pessoas que emprestam dinheiro de familiares e/ou amigos e não se veem na obrigação de pagar, aproveitando-se do vínculo afetivo existente. Mais uma vez, a falta e caráter será observada na frequência das ações.


Tratamento diferenciado:

O que motiva alguém a tratar bem algumas pessoas em detrimento de outras? O que pensar de alguém que só trata bem àqueles que têm dinheiro ou que podem lhe oferecer algo em troca? A arrogância, a hipocrisia e comportamento interesseiro também são, sem dúvidas, sinais de falta de caráter.

Manipulação:

Tentar convencer alguém a pensar ou fazer algo de maneira diferente são coisas completamente diferentes de manipular pessoas a fazerem coisas que elas, se estivessem em plena consciência de seus atos, talvez não fizessem. A manipulação é um comportamento egoísta, uma vez que tira o direito de escolha do outro, e mostra falta ou total ausência de consideração pelo outro. O manipulador sempre visa driblar vontades e regras para favorecimento pessoal.

Falta de palavra:

A falta de palavra pode caminhar próximo à mentira e à manipulação. Quando alguém combina algo ou assume um compromisso, a espera social é que o mesmo seja cumprido. Mais uma vez, descartando os casos isolados, uma “Palavra” quebrada com frequência oferece sérios indícios de falta de caráter.

Não assumir as próprias responsabilidades:

Um dos maiores sinais de maturidade que pode ser encontrado em alguém é a capacidade de assumir as próprias responsabilidades. A falta de caráter pode ser observada se uma pessoa repetidamente atribui a outros a responsabilidade por atos que deveriam ser assumidos pessoalmente, principalmente, no que se refere às quebras de regras e leis que infringem com frequência.


Fonte do texto: postado por Josie Conte no site: http://www.asomadetodosafetos.com/2016/05/aprenda-a-identificar-pessoas-que-possuem-real-falta-de-carater.html

A SÍNDROME DA CADEIRA VAZIA

 Mesmo que costumemos a relacioná-la sempre com o falecimento, o certo é que a síndrome da cadeira vazia também pode aparecer em vida, fruto de um abandono ou da solidão.

A
síndrome da cadeira vazia se refere ao sentimento que aparece ante a perda de uma pessoa especial para nós. Pode ser um familiar, um amigo, irmãos, etc.

Pode ser confundida com a tristeza de perder alguém, mas se denomina síndrome porque causa uma intensidade especial naqueles momentos no quais, supõe-se, que deveria se comemorar com alegria e grande alvoroço.

A síndrome da cadeira vazia costuma a se manifestar em determinadas épocas, como o Natal, um aniversário ou alguma festividade que consideremos especial.

Observamos a cadeira em meio a tantas outras que se encontram ocupadas e sentimos um vazio enorme, uma angústia que nos leva a sofrer desta terrível síndrome.

A cadeira vazia é um testemunho silencioso

A cadeira vazia não deixa de ser a manifestação dessa pessoa que antes estava e que agora já não está. Principalmente se nos encontrarmos rodeados de várias pessoas, observamos que existe alguém faltando.
 Este sentimento tão forte está muito relacionado com o processo de luto no qual talvez você já tenha se encontrado em alguma ocasião.

Ante a perda de alguém passamos por um período no qual temos que nos acostumar a viver sem essa pessoa, experimentando uma época de intensa dor.

O
luto pode se estender no tempo necessário até conseguirmos lidar com a perda e consigamos viver a vida de novo, sem a sensação de vazio que sentimos no momento recente a perda.

É importante indicar que a síndrome da cadeira vazia pode ser sofrida ainda quando a pessoa em questão não tenha falecido. Isto quer dizer que pode ser transportada para outras situações, como a solidão.

Quando alguém nos
abandona, quando alguém vai embora para longe, podemos padecer também esta síndrome, que não necessariamente está conectada com a morte, mesmo que seja a causa mais comum.

Quando nos sentimos sozinhos, quando experimentamos a solidão, não importa quanta gente esteja ao nosso lado. Mesmo assim, nos encontraremos sozinhos ante tudo e ante todos.

Pode-se passar por tudo, mas também se pode vencer

Mesmo que vejamos tudo com olhos de
tristeza e que, principalmente, o sentimento apareça naquelas festividades mais notória como o Natal ou qualquer outra, existem formas de afastar esta síndrome.
 Para começar, você deve colocar em prática as indicações que mostraremos a seguir, pois elas podem cair bem em mais de uma ocasião:
Não se isole, não se cale

Quando nos encontramos sofrendo desta síndrome, provavelmente não teremos vontade de falar e nos afastaremos das pessoas que mais gostamos. Tudo isso, para sofrer em solidão.

Isso é muito negativo para você. Esforce-se para interagir, mesmo que não seja legal, fale mesmo que não queira e busque ajuda se necessário. Em certos casos, somente precisamos de alguém que nos escute e preste atenção.
Mude o significado da cadeira vazia

As coisas sempre irão significar o que nós queiramos que signifiquem. Se a cadeira vazia é sinônimo de tristeza e
perda, por que não adotar um novo significado para ela?

Reinterprete, tente eliminar essa característica negativa que você adotou para a cadeira. Faça que seja sua amiga, não sua inimiga.
Se for necessário, peça ajuda

Acreditamos que podemos enfrentar tudo e que, se não solucionarmos as coisas nós mesmos, ninguém o fará. No entanto, ás vezes, precisamos de um empurrão e um pouco de ajuda extra que nos faça ir para frente.

Nunca tente se automedicar para aliviar a
dor que está em seu interior e, se for fazê-lo, que seja somente por recomendação médica. Mesmo assim, tente buscar outra maneira.

Por que não consultar um psicólogo? Eles são especialistas, grandes profissionais de nossa mente. Ajudarão melhor do que ninguém, não tenha medo.
 É importante aceitar a ideia de que as pessoas que estão em nossa vida irão embora, de alguma forma ou de outra.

Alguns morrerão, outros desaparecerão, em certos casos nos abandonarão e nos machucarão. E temos que aceitar tudo isso.

Não permita que uma cadeira vazia elimine do seu rosto a felicidade que um dia o fez sentir vivo.

Está claro que estas situações irão machucar, somos humanos e temos emoções! Mas devemos aprender a aceitar o fato que são coisas que inevitavelmente acontecem e que escapam de nosso controle.
Fonte do texto e imagens: Melhor com saúde - via: https://melhorcomsaude.com/sindrome-da-cadeira-vazia

terça-feira, 18 de abril de 2017

JULGAR UMA PESSOA NÃO A DEFINE... DEFINE VOCÊ!

 Se não queremos que façam o mesmo com nós, não deveríamos julgar os demais sem um conhecimento prévio. Os prejuízos, ás vezes, podem fazer com que fiquemos sem conhecer pessoas maravilhosas.

Julgar os demais está na moda. Bom, de certo modo, é algo que todos nós fazemos quase que inconscientemente.

Formamos opiniões principalmente do que nos rodeia, porque assim mantemos certo controle sobre cada aspecto sob uma etiqueta.

“Isso é bom, isso é ruim, essa pessoa eu posso confiar, desta outra melhor me afastar…”

É muito comum cair nos estereótipos e nestas histórias construídas antes do tempo, antes de um aprofundamento maior do que temos na nossa frente, antes de fazer um esforço e nos colocarmos na pele do outro.

Fica claro que nem todo mundo age desta maneira, que existem aqueles que evitam opiniões porque não desejam ser julgados pelos demais, e isso é o que deveríamos colocar sempre em prática, para construir assim uma sociedade mais harmônica e tolerante.

Convidamos você a refletir sobre isso neste artigo.

Julgar, uma arma de dois gumes na qual não devemos cair

Somente por hoje, não julgue; somente por hoje deixe que seu olhar observe o mundo com calma e sem preconceitos, e se limite a “ser” e a “deixar ser”.

Seria, sem dúvidas, ideal que todos nós tentássemos praticar estes simples conselhos diariamente. Deste modo, nossas relações seriam mais respeitosas e criaríamos menos conflitos.

Agora veja bem, o problema essencial é que nosso cérebro social se rege muitas vezes pela necessidade de obter uma informação muito rápida sobre as coisas e pessoas.

Classifica toda a informação e estímulos em categorias, e estas se relacionam, por outro lado, com nossa
personalidade e experiências passadas.

Um exemplo: quando você ia ao colégio havia uma professora que o tratava mal e que tornou seus anos de escola um pequeno “inferno”.

Hoje, você continua lembrando de sua expressão, seu
rosto e sua voz, de modo que, quando você encontra outra mulher parecida com a professora, projeta sobre ela uma alta repulsa.
Muitas de nossas experiências prévias e inclusive aspectos de nossa personalidade, farão com que rotulemos todos aqueles que nos rodeiam de acordo com regras próprias que nem sempre se ajustam à realidade.

Por isso o ato de “não julgar”, de nos aproximarmos das pessoas sem emitir nenhuma opinião precipitada requer, principalmente, um esforço de calma e paciência.

Obriga-nos a controlar aquele “botão automático” que nosso cérebro aperta na hora de rotular tudo o que vê.

Seja sábio: se você julga, também o estarão julgando

Se você evita se relacionar com seus vizinhos porque são de outra raça ou pertencem a outra cultura, na verdade, cada preconceito que você emite o estará definindo. Definem você como uma pessoa racista e com a mente fechada.

O homem que julga uma mulher somente pela medida de sua saia, também está julgando a si mesmo, ao seu machismo.
Cada vez que criamos uma opinião sobre alguém, é ideal colocar em prática um exercício de reflexão. Por que penso assim? Por que digo, por exemplo, que não vou gostar desse menino porque usa calças roxas e tem uma tatuagem?

Seja sábio, aja com calma, com comedimento e equilíbrio e tente ver as coisas de forma neutra até que não as viva você mesmo, até que seja conhecedor de cada detalhe e de cada aspecto para julgar com mais certeza. Nunca antes.
 Não se baseie em trivialidades na hora de julgar, baseie-se em realidades.

É importante enfatizar aqui que todos nós temos direito de manter e defender nossos próprios julgamentos sobre tudo o que nos cerca. Mas veja bem, os julgamentos devem estar baseados em realidades, nunca em trivialidades.
 Quando conhecer uma pessoa profundamente, você já disporá da sabedoria que somente a experiência pode dar, saberá se esta pessoa nos agrada ou não, se se ajusta ou não as nossas expectativas.
Temos que saber que quem gosta de se basear somente em trivialidades na hora de julgar estará perdendo coisas maravilhosas da vida.

Se você julga seu companheiro de trabalho de antipático, pode ser que você esteja perdendo a oportunidade de conhecer alguém excepcional.

Quem julga um país ou determinada cidade como suja, perigosa ou pouco moderna, é possível que esteja perdendo a melhor experiência de sua vida ao se negar a conhecer um lugar que possa ser ruim. Permita-se ir com a mente mais livre, sem preconceitos.
 As melhores coisas, as melhores pessoas, em certos casos, estão disfarçadas com carapuças tão normais que nos despistam.

Somente quem se aproxima sem julgar e com o coração aberto será digno de conhecer aspectos realmente apaixonantes daqueles que nos rodeiam.

Fonte do texto: Melhor com Saúde - via: https://melhorcomsaude.com/julgar-uma-pessoa-nao-a-define-te-define/

VINGAR O ÓDIO COM UM SORRISO NÃO É HIPOCRISIA, É ELEGÂNCIA!

 Sábio é aquele capaz de desenhar um sorriso para vingar o ódio. Fazer isto não é coisa de hipócritas, ou muito menos de covardes, é um sinal de elegância, da mente que sabe e entende que existem batalhas pelas quais não vale a pena lutar. Porque semear o coração com o ódio implica arrancar as raízes da inteligência.

Uma coisa de que todos acabamos ganhando consciência em algum momento é que em nosso entorno existem diversos tipos de pessoas. Podemos identificá-las pelo seu jeito de relacionar com o que as rodeia. Por um lado estão aquelas que sentem que o universo inteiro está em dívida com elas: são as que armazenam rancor após rancor. No lado oposto, estão as que reconhecem o que está ali e reagem com a serenidade de quem segue o seu próprio rumo, sem peso, nem hostilidade.

“O ódio é a morte do pensamento.”
-Tomas Abraham-

Existe um velho ditado budista que nos lembra de uma metáfora muito ilustrativa: “o ódio é como uma pedra ardente”. Quem a carrega quer lançá-la sobre os outros na primeira chance, mas o que consegue é queimar a si mesmo. Atualmente, e por causa da profunda crise que vivemos na maioria das estruturas, vem aumentando muito essa pulsação que, de uma forma ou de outra, faz aflorar o pior do ser humano.

Sabemos que isto não é algo novo. Convidamos você a refletir sobre este tema:
O ódio: um mecanismo primitivo e passional

Você pode se surpreender com este dado, mas o nosso cérebro prioriza em primeiro lugar a desconfiança à empatia. É um mecanismo de defesa pelo qual nossos antepassados exerciam esse filtro de percepção para se prevenir diante do que era diferente, porque tudo que fosse diferente do grupo implicava muitas vezes uma ameaça.

Sabemos que os tempos mudaram, que nossas realidades são outras. Contudo, nosso cérebro continua dominado por esses instintos sutis que com frequência afloram na sua vertente mais primitiva. Henri Tajfel, o conhecido psicólogo britânico, famoso pelas suas pesquisas sobre preconceitos, ódio e identidade, deixou isso claro através das suas pesquisas: o ser humano, como espécie, sempre verá a si mesmo como adversário.

O ódio é sedutor para muitas pessoas porque serve como mecanismo de autoafirmação (você pensa diferente de mim, portanto você é meu inimigo. Me autoafirmar como sendo o oposto de você, desprezando-o, me outorga poder). Esta solução primitiva e incompreensível para muitos cria-se a nível neurológico de uma forma muito real e, ao mesmo tempo, surpreendente.

Certamente você já ouviu que “entre o amor e ódio existe uma linha muito tênue”.

É verdade. Pesquisadores do Laboratório de Neurobiologia da University College de Londres revelaram, graças a uma pesquisa, que a paixão e o ódio compartilham as mesmas áreas neurológicas.

Isso explica, sem dúvida, certos comportamentos irracionais que, no fundo, tanto caracterizam o ser humano.
Apagar o fogo do coração: um ato de fé

Todos já sentimos ódio alguma vez para com alguma coisa ou alguém. Também é possível que este sentimento fosse mais do que justificado: alguém que tenha prejudicado intencionalmente a nós mesmos ou a uma pessoa próxima. Mas é preciso deixar claro: por mais justificada que esteja tal emoção, não é recomendável alimentá-la, permitir que se instaure em nossas vidas como quem abre a porta a um estranho para que se aproprie do seu lar.

“Uma pessoa ressentida contamina a si mesma.” -Maz Scheler, filósofo-

Todos já lemos e ouvimos até o cansaço que o ódio nos escraviza, nos torna cativos da amargura e do ressentimento. Mas, o que fazer? É preciso perdoar?

Como dar esse passo que vai do ódio à indiferença?

Vale a pena visualizar por um instante o que é o ódio. Essa emoção nasce bem no centro do cérebro, e seu nível de ativação é intenso e devastador, como uma chama forte e rápida. Esta emoção incendiária destrói a nossa capacidade de agir com dignidade e maturidade.

Consegue deixar as áreas racionais do cérebro nebulosas, onde se encontram a empatia e a capacidade de refletir com equilíbrio. Além disso, a pressão sanguínea se eleva e acontecem diversas mudanças fisiológicas que só têm um propósito: responder à ameaça. Viver desta forma implica não apenas perder a saúde: mandamos embora a nossa excelência como seres humanos.

Apagar esse fogo implica em primeiro lugar dar um salto de fé. Precisamos dizer a nós mesmos que vamos confiar novamente. Não em quem nos machucou, mas em nós mesmos e na plena convicção de que merecemos ser felizes novamente.

Portanto, vamos deixar a vingança de lado e sorrir com o orgulho de quem sabe muito bem o que quer, o que vale é o que não vale a pena.

Fonte do texto: postado por A Mente é Maravilhosa no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2017/02/vingar-o-odio-com-um-sorriso-nao-e-hipocrisia-e-elegancia/