quarta-feira, 29 de março de 2017

A VIDA É UM ESPELHO. QUAL IMAGEM VOCÊ QUER VER NO REFLEXO?

 Qual imagem você quer ver no espelho da vida?

A de uma pessoa que fica reclamando de tudo ou daquela que mesmo com os contratempos da vida levanta sacode a poeira e da a volta por cima?
Quando algo não vai bem ou quando alguém nos fere nossa primeira reação é desejar o mal para aquela pessoa, mas eu preciso te dizer que isso não é o correto a se fazer… lembre-se que a vida é um espelho tudo o que você desejar a outra pessoa está desejando a você.
Se concentre nas coisas que te dão alegria, que a alegria vira até você!
Concentre-se naquilo que deseja, sinta a alegria de ter recebido.

Mude o foco de sua vida, ficar remoendo pessoas que não te acrescentam não vai te fazer andar pra frente.
Se você deseja saúde sinta-se saudável, se você deseja a prosperidade sinta-se prospero e abundante.
Não deixe que seus pensamentos te levem para onde você não quer.

Lembre-se de ser positivo sempre, pois com isso atrairá pessoas positivas para perto de você, afinal semelhante atrai semelhante e qual imagem você vai querer ver refletida no espelho?
A mudança começa em você, na maneira pela qual você encara a vida e seus desafios!

Fonte do texto: postado por Ana luisa Grecco no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/vida-e-um-espelho-qual-imagem-voce-quer-ver-no-reflexo/

FAMILIARES TÓXICOS: COMO PODEMOS NOS DEFENDER?

  Não podemos simplesmente cortar uma relação com um familiar.
Ele é “sangue do seu sangue”, e a situação é complicada. Se você não quer ser manipulado, defenda-se e imponha limites.
Informar sobre quem você é, como você é e o que você quer não é ser egoísta, é ser sincero.
Todos nós temos alguém na nossa família com estas características.
Pessoas que só pensam em si mesmas e que nos manipulam, que brincam com nossas emoções.
Situação complicada, pois normalmente mantemos laços estreitos com elas.
Mas, o que podemos fazer, nesta situação?
Familiares tóxicos, quando a família nos sufoca
Ter familiares tóxicos em nosso círculo pessoal pode afetar severamente a nossa qualidade de vida. Por exemplo, se tivermos um amigo manipulador e com tendências egoístas e interesseiras, sempre poderemos terminar com essa amizade para estar melhor, ter o nosso equilibro e a integridade necessária. Mas, o que acontece quando a pessoa manipuladora é, por exemplo, a nossa mãe, nosso irmão ou inclusive nosso marido? Não é a mesma coisa, e todos nós entendemos isso.
Não é tão simples cortar a relação com um irmão, uma mãe ou uma sogra. É uma situação complexa e difícil onde estão envolvidas muitas emoções e sentimentos. Eles são parte da nossa rede de relações e é complicado separar um vinculo assim, mas há muitas pessoas que decidem terminar o relacionamento pela sua própria saúde. Há momentos em que as relações intensificam-se, e é quando esses familiares tóxicos chegam atentar severamente contra o nosso próprio equilibro emocional.
Um exemplo disso são os pais que não permitem que escolhamos livremente nosso parceiro. Que recriminam as nossas amizades e as nossas relações. Todos nós temos o direito de errar, porém eles nunca podem nos proibir ou nos punir. Imagine, por exemplo, alguns irmãos, irmãs ou primas que sempre estão nos exigindo coisas ou esfregando em nossa cara aspectos que nos prejudicam e ferem. O que podemos fazer? Como devemos agir?
1. Estabeleça limites, você sabe o que quer e o que não pode permitir.
Vamos ver primeiro um exemplo: você vai visitar os pais do seu companheiro e lhe servem um prato apimentado demais. Você não gosta de comida apimentada e passa mal, entretanto, para não chamar a atenção e não ofender ninguém prefere não dizer nada e comer. A partir daí, toda vez que você for visitar seus sogros, eles continuaram a servir o mesmo prato, até que de repente, você não tenha mais escolha que revelar a todos “que a comida apimentada faz mal para você”. O mais provável é que lhe respondam: E por que não disse isso antes?
Bom, é apenas um simples exemplo. Uma forma de entender que sempre temos que dizer o que podemos e o que não podemos aceitar. Se você não puder ir de compras com a sua mãe ou a sua irmã todas as tardes, avisa isso a elas. Se você não gostar que lhe digam como educar aos seus filhos, fale. Se você não quer ser manipulado, defenda-se e coloque limites. Levante a voz para informar sem punir. Para se defender sem atacar. Fale sempre com respeito e o máximo carinho para não destruir nenhum vínculo, simplesmente deixar em claro quem você é e como é que você quer as coisas. Não é ser egoísta, é ser sincero.
2. Aprender a ser assertivo e evitar ser complacente
à vezes não queremos ferir os sentimentos dos nossos familiares e guardamos muitas coisas que gostaríamos de dizer. Pais ou avós que reclamam por estarem sozinhos, quando na realidade os atendemos sempre que podemos. Irmãos que dizem que não os apoiamos como deveríamos. Temos que tentar sermos assertivos, e com respeito e carinho sempre dizer a verdade: “Venho sempre que possível e você sabe que, caso precisar de alguma coisa, pode me ligar”. “Você sabe que eu sempre apoiarei você em tudo, mas não posso ir além das minhas possibilidades”. “Neste momento também estou passando por uma situação difícil e você tem que entender”. Mostre sempre sinceridade e proximidade, mas diga em voz alta a verdade o que você sente e precisa, fale do que você pode fazer e o que não. Destaque que você também tem necessidades que devem ser respeitadas.
3. Apoiar incondicionalmente a família, mas cuidando sempre de nossa integridade
A família em primeiro lugar, isso nós sabemos, mas da mesma forma que é o mais importante na nossa vida, se nos machucarem ou prejudicarem também podem ser o mais destrutivo em nossa existência. Existem pessoas que sofreram de abuso ou maltrato na infância. Manter uma relação familiar cordial com esses membros nunca será possível, e isso está claro. O essencial é cuidar sempre da sua autoestima, ser uma pessoa madura, equilibrada e com a necessidade de ser feliz todos os dias. Se alguém da sua família o ferir, será melhor se distanciar e afastar para recuperar a integridade, o autoconceito e a tranquilidade.
Todos nós sabemos que as relações familiares nunca são fáceis, mas temos que tentar conviver em harmonia. Se existirem excessivas manipulações e muito egoísmo por parte desses membros, ao final o tratamento deverá ser o justo. O justo para dispor do nosso espaço pessoal, para sermos felizes e evitar mais problemas. Sabemos que a família é uma parte essencial do nosso ser, da nossa identidade e raízes, mas se essas raízes tiverem muitos espinhos e somente causam sofrimento, deveremos nos afastar um pouco. Defenda-se, cuide-se, diga o que você é capaz de aceitar e o que não admitirá. Ame a sua família, mas acima de tudo, ame a si mesma.
Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2015/11/familiares-toxicos-como-podemos-nos-defender/

5 DICAS DE COMO NÃO CRIAR EXPECTATIVAS

 Antes de mais nada, se iludir é o que você faz quando eleva suas expectativas ao nível de verdades absolutas. Ou seja, se decepcionar é apenas o terceiro passo diante da queda que plantou para si mesma. No entanto, não vou negar que é impossível não se imaginar por meio segundo em uma realidade paralela de abraços e carinhos com alguém que, talvez, você tenha acabado de conhecer.
Sinceramente, sequer me privo de idealizar por alguns instantes que minha fantasia seja real. Uma garota pode sonhar, não pode? Mas sempre volto ao chão em passos firmes, já que com o tempo aprendi que ainda melhor do que se perder nos próprios planos é ter quem faça questão de se incluir neles.
Relacionamentos são sobre parceria, confiança. E isso resume basicamente tudo em nossas vidas. Como eu poderia ter o controle de um futuro que a dois pertence?
Por isso, travo uma batalha comigo mesma em que aprendo diariamente a mudar o que considero inaceitável, principalmente em mim, e abrir mão do que não me compete, principalmente quanto aos outros.
E isso resume basicamente todas as dicas a seguir…

Respeito reflete.
Se você tem respeito por si mesma desde as menores atitudes, não precisa se preocupar em como se impor. A reciprocidade é natural. Você conquistou um patamar de consideração que lhe poupa de discussões perdidas na tentativa de fazê-lo entender o certo e errado no seu ponto de vista.
Aliás, quando se há respeito até mesmo de quem é a razão torna-se secundário, mesmo discordando compreendem-se. Isso não quer dizer que seja preciso aceitar tudo que não faria, mas você aprende a medir o que vale a pena o bate-boca. Ter respeito por si mesma não é ser orgulhosa, mas autoconfiante. Você precisar dar o braço a torcer, sim. Incontáveis vezes, por sinal. Mas nenhuma em que precise se humilhar pra provar seu lado.

Ninguém é obrigado a gostar de você.
Algumas vezes, eu julguei um livro pela capa, assim como, julguei um garoto por suas gírias e suas roupas. Muitas vezes, eu quebrei a cara quanto a isso, me vi com uma vergonha contida e desesperada de compensar alguém que eu critiquei (talvez mentalmente) sem que tenha me dado reais motivos. Outras vezes, eu estive certa por uma feliz coincidência.
Mas em todas elas, eu me precipitei em achar que alguém DEVERIA gostar de mim porque eu não tinha lhe feito nada, sem me dar conta de que eu já havia “implicado” com alguém que também não tinha me feito nada! Pimenta nos olhos dos outros não arde, não é? Acontece que com o tempo eu percebi que as pessoas que não gostavam de mim faziam com que eu me sentisse melhor comigo mesma. Isso porque eu não tinha medo de expor minha opinião, eu não tinha receio em sair com uma roupa que eu achava que estava linda, eu não temia ser vista com quem tinha “má fama”.
Eu sabia quem eu era, o que as pessoas pensavam sobre o que eu fazia não me afetava, não me mudava. Então, se isso incomodava tanto alguém a ponto de não gostar de mim… Paciência. Essa provavelmente era uma pessoa que não teria nada a me acrescentar. Ainda bem que a vida ensina a gente como selecionar o que nos faz bem.

Pessoas mudam.
Passamos a vida inteira numa busca por nós mesmos feita de altos e baixos, medos e delírios, apelos e saudades. Nos contradizemos, nos decepcionamos com nossas próprias atitudes.
Eventualmente, fazemos algo tremendamente errado e que nos arrependemos pela primeira vez. Isso acontece porque estamos em constante transformação. Nossos gostos mudam com o passar do tempo, nossas manias, nossos sonhos, quem dirá, nossa personalidade! A única certeza sobre nós é que somos completamente mutáveis, flexíveis e adaptáveis. E, ao longo dos anos, descobrimos que também somos muito mais fortes do que jamais imaginamos, que sempre estivemos prontos pro maior desafio da nossa jornada e sequer sabíamos disso. É quando nos superamos, damos a volta por cima e assumimos nossos erros como aprendizados que percebemos quem nos tornamos. Até mudarmos de novo.
Se isso acontece diariamente com nós mesmo, como podemos conhecer os outros? Algumas coisas são fases, outras, traços de personalidade. Identifica-las denota tempo, mas sobretudo, paciência. Talvez dentre essas mudanças, um casal muito acostumado ao comodismo, se perca, se confunda. Mas só quando aprendemos a nos adaptar é que verdadeiramente nutrimos um amor sincero por alguém. Pessoas mudam por elas mesmas, quando lhes convém, e às vezes até sem perceber. Não podemos determinar como e quando alguém vai mudar, só torcer que seja devido a nossa influência, ao nosso apoio. Mude com a gente, e não pela gente.

Não espere que alguém seja quem você pensa que é.
A gente leva umas boas bofetadas na cara até entender que, na maioria das vezes, o problema não estava em quem nos decepcionou, mas em quanto acreditávamos no que dizíamos sobre alguém. Uma coisa que ninguém lhe diz é que não podemos medir a interpretação dos outros quanto as nossas melhores atitudes. Conflitos se fazem justamente por causa do desencontro de informações, da supervalorização de atitudes pequenas, das nossas malditas entrelinhas.
Vivemos por achar que lemos mentes, que entendemos melhor do que ninguém as mensagens subliminares. E pior, ainda acreditamos que é inocência crer que algo simplesmente seja o que demonstra ser. A gente tem que complicar, a gente tem que ver um sentido mais profundo em tudo. A questão é: seja o melhor que puder de si mesmo, sempre se pondo no lugar dos outros, e torça pra que eles possam ver em ti, pelo menos, essa força de vontade em fazer dar certo.
Porque, honestamente, ninguém vai compreender tuas boas intenções tanto quanto você e argumentar sobre isso é uma tremenda perda de tempo, mas estamos todos no mesmo barco. Estamos todos tentando nos consertar de alguma forma, então, a força de vontade é que realmente deve ser valorizada.

Todo mundo sofre.
Independentemente de quais sejam seus motivos pra sentir-se amargurado ou cansado de tentar, lembre-se que todo mundo está passando pelo mesmo sentimento nesse exato momento. Isso não é uma competição sobre quem sofre mais, quem merece mais piedade. Isso é simplesmente a vida. Todo dia, todo mundo enfrenta suas próprias batalhas, vence seus medos, idealiza seus sonhos.
Cada qual com a proporção que suporta levar nas costas. Ainda que ao ouvir o desabafo de alguém você ache absurdamente irrelevante, entenda que falar “mas tem gente passando fome” não vai fazê-lo sentir-se melhor. Só ele sabe onde seu sapato aperta. O melhor conselho que eu posso dar é: seja gentil com as pessoas pra que elas tratem os outros da mesma forma. Não podemos ajudar o mundo inteiro, é claro. Mas podemos ajudar uma pessoa e ela pode querer ajudar outra, e no final das contas, todo mundo se ajuda.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2015/09/5-dicas-de-como-nao-criar-expectativas/

TRATE SEUS FILHOS COMO GOSTARIA DE SER TRATADO E NÃO IRÁ ERRAR!

Trate os seus filhos como você gostaria de ser tratado. Apague seus medos, dê nome a essas emoções que eles não sabem expressar, dê a eles o seu tempo de presente, realize seus sonhos e faça com que eles sintam que são as pessoas mais valiosas do mundo.

É curioso como atualmente muitas mães e muitos pais veem a criança com um pouco de medo. Eles leem manuais de educação, procuram estar instruídos nas mais recentes teorias e buscam resposta para cada problema na internet ou com os amigos (que também são pais ou não), conhecidos como verdadeiros gurus em questões parentais. Estes pais se esquecem de ouvir algo muito mais valioso do que tudo isso: seu instinto natural

Uma criança não quer gritos nem entende nada sobre repreensão. Seu filho merece ser tratado com a arte da escuta, da paciência e da grandeza do afeto. Porque as crianças não precisam ser “domadas”, precisam ser amadas.

O instinto de uma mãe ou a capacidade natural de um pai na hora de intuir as necessidades dos seus próprios filhos é, sem dúvida, a melhor estratégia para educá-los. Os filhos chegam ao mundo com uma bondade inata, por isso merecem ser tratados com respeito para salvaguardar esta nobreza do coração, atendendo com naturalidade e sem medo cada acontecimento que o dia a dia nos traz.
 Os filhos devem ser tratados com afeto e sem medos

Existem mães e pais que têm medo de fracassar em seus papéis como progenitores. Eles pensam que pode ser uma tragédia não poder dar a eles a melhor festa de aniversário, não encontrar vagas para eles na melhor escola da cidade ou não poder comprar para eles a mesma roupa de marca que seus amiguinhos usam no colégio. Eles aspiram, de algum modo, oferecer aos seus filhos aquilo que eles próprios não tiveram.

É claro que cada um é livre para escolher como educar um filho, mas muitas vezes esquecemos como são as crianças e tudo o que acontece no seu interior. Nos obstinamos em pensar em tudo o que devemos oferecer a eles sem descobrir primeiro do que eles realmente precisam: nós mesmos.
Uma criança não é um adulto em miniatura, é uma pessoa que precisa entender o mundo através de você e com a sua ajuda.
Uma criança age sempre por necessidades e não por manipulação ou malícia como os adultos. Temos que ser intuitivos diante dessas demandas.
Uma criança deve, acima de tudo, ser tratada com afeto. Nossos filhos não precisam de roupas de marca ou jogos eletrônicos para brincarem sozinhos. Eles precisam do seu tempo, do seu exemplo, dos seus abraços de boa noite e da sua mão para segurar ao atravessar a rua.
A criação autorregulada: compreender e acompanhar

A criação autorregulada é nutrida diretamente com as teorias do apego formuladas pelo psiquiatra Wilhelm Reich. Atualmente elas voltaram a ser comentadas porque exaltam uma série de conceitos-chave mediante os quais é possível se conectar muito melhor com a infância, com seus tempos, com suas necessidades.
Uma mãe é mais eficaz do que nunca quando confia no seu instinto, quando lê nos olhos do seu filho aquilo que ele realmente precisa.

O interessante desta abordagem é que entende-se a autorregulação como sinônimo de vida, da necessidade de fazer contato pela primeira vez com a nossa própria complexidade pessoal para entender que a criança também tem suas próprias necessidades, seus próprios conflitos gerados, por vezes, por uma sociedade que não compreende a infância e nem a criança.

Chaves para uma criação autorregulada

A criação autorregulada nos diz que uma criança que foi tratada com respeito na sua infância e que também viu como seus pais respeitavam todos aqueles que os rodeavam será um adulto respeitoso.

Mas como podemos alcançar essa conquista? Como a criação autorregulada nos ensina a criar adultos felizes para o mundo?
Uma criança deve se sentir compreendida e acompanhada em todos os momentos. Se a frustração aparece, ela deixa de se sentir adaptada, integrada.
É preciso educar com um apego saudável baseado no amor e na proximidade. Desta forma, pouco a pouco essa criança se sentirá segura para dar seus próprios passos para alcançar a independência.
A voz de uma criança deve ser escutada em todos os momentos, porque elas também devem ser levados em conta quando riem e quando choram, quando exigem ou quando sugerem.

A criação autorregulada também nos fala do tempo, de não iniciar o aprendizado intelectual até a criança fazer 7 anos, para proporcionar uma infância de descobrimentos através de brincadeiras.
 A interação com os ambientes em que a criança está inserida através dos cinco sentidos e das relações com seus iguais mediante a alegria também nos oferece um modo interessante de favorecer seu desenvolvimento psicossocial. No entanto, e seja qual for a abordagem que escolhermos para criar nossos filhos, não devemos nos esquecer de algo tão simples como tratá-los com essa fórmula mágica certeira e infalível: o amor.
Fonte do texto: por Valéria Amado no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/trate-seus-filhos-como-gostaria-de-ser-tratado-e-nao-ira-errar/

A VIDA NÃO TIRA AS PESSOAS DE VOCÊ, AFASTA AS QUE VOCÊ NÃO PRECISA!

 Quando se trata de salvaguardar o nosso amor próprio e a nossa dignidade, temos que ter sempre algo em mente: não podemos admitir diminuições. Por isso dizemos que a vida não tira as pessoas de nós, mas nos afasta das que não precisamos.

Os vínculos emocionais são valiosos e, por isso, é determinante deixar de lado as pessoas más, sem coração, que esmagam a nossa autoestima vezes sem conta. No momento em que você perceber isso, um mundo novo irá se abrir diante dos seus olhos e você vai deixar de precisar da presença daqueles que semearam dúvidas, desconforto e relutância na sua cabeça.

DÊ SUA AUSÊNCIA ÀS PESSOAS QUE LHE FAZ MAL 

Afaste-se de quem duvida de você, aproxime-se de quem o valoriza, liberte-se de quem o incomoda e ame quem o apoia. Dê a sua ausência de presente a quem não valoriza a sua presença e mostre o valor que você tem.
 É você quem determina o seu próprio preço, por isso, é esse o valor que as pessoas interessadas vão lhe dar, aquelas que não veem além do seu egoísmo e das suas necessidades. Por isso, é importante ficar perto de quem nos conforta e nos afastarmos das pessoas que nos ferem deliberadamente. Portanto:
Afaste-se do que machuca, do que escurece a sua vida, fique longe do que se transforma em trevas.
Afaste-se de tudo aquilo que não tenha solução, daquilo que esteja acabando com o seu bem-estar.
Distancie-se emocionalmente da dor, da rejeição e da traição; observe-as e aprenda.
Enfrente seus medos, controle seus demônios.
Tenha consciência de que o sofrimento é opcional.
Não maquie nem anestesie a realidade dos vínculos emocionais negativos pelo medo de perder.

Lembre-se de que é você que decide quais são as regras do jogo da sua vida.

A DOR QUE DEIXA PEGADAS
 
 Quando nos rompemos em pedaços para manter as outras pessoas completas, desintegramos a nossa capacidade de reação. Ou seja, debilitamos a determinação emocional que forma a nossa essência. Esta desconexão com nós mesmos tem consequências terríveis para a nossa saúde emocional, pois nos isolamos da realidade e menosprezamos nossos desejos.
É necessário fazer uma chamada de atenção importante. Todos podemos ser pessoas tóxicas em algum momento da nossa vida e em algum tipo de relacionamento. No entanto, é mais fácil ver o cisco no olho alheio do que a viga no nosso próprio olho.
Os maus relacionamentos costumam ser baseados em pilares deste tipo:

O pressuposto de um papel de vítima.
Tirania exigente e ciumenta do que acredita que defende sua dignidade quando menospreza o resto.
Atitudes ciumentas.
Atenções excessivas.
Submissão.
Dominação e agressividade.

AUTOTOXICIDADE, O DESEQUILÍBRIO EMOCIONAL
A deterioração silenciosa que se produz quando tentamos nos convencer de que tudo está bem ou de que alguma coisa pode ser consertada é garantia absoluta de autotoxicidade. Assim, nós somos tóxicos para nós mesmos quando:
  • Assumimos um papel submisso diante das exigências dos outros.
  • Perdemos a nossa essência por não atender aos nossos desejos e sucumbir às exigências dos outros.
  • Nos tornamos vitimistas crônicos.
  • Negligenciamos as nossas emoções e pensamentos, assim como as nossas realizações.
  • Mantemos um diálogo interno prejudicial para com nós mesmos e com os outros.
  • Não nos valorizamos.
  • Paramos de olhar para dentro de nós.
Como se costuma dizer, é essencial que antes de tentar corrigir o mundo, demos algumas voltas em torno da nossa casa. Não podemos resolver nada sem antes questionarmos o papel que desempenhamos em um relacionamento tóxico.
Mais vale uma autocrítica a tempo do que uma ferida emocional profunda no nosso coração por não termos sabido nos valorizar a tempo.
Não se desespere e lembre-se: embora seja difícil se proteger da hipocrisia e da traição daqueles que consideramos amigos, temos sempre que levar em conta que nem tudo que reluz é ouro, mas ainda assim podemos confiar no mundo.
Fonte do texto: postado por A mente é Maravilhosa no site O Segredo - Via: https://osegredo.com.br/2016/09/vida-nao-tira-as-pessoas-de-voce-afasta-aquelas-que-voce-nao-precisa/

terça-feira, 28 de março de 2017

AS 3 GRANDES LIÇÕES QUE O TEMPO E A VIDA ME ENSINARAM…

A vida e o tempo são os melhores professores que podemos ter. Eles nos aproximam das pessoas certas, no momento oportuno. Cabe a nós ter a humildade de aprender o que precisamos. E mesmo que isso não ocorra, eles nunca se cansam de nos ensinar. De uma forma ou de outra, temos que absorver o que eles querem nos passar. A boa notícia é que eles tendem a nos ensinar primeiro pelo amor. A má notícia é que se não aprendermos pelo amor, aprenderemos pela dor.
Eles quase sempre agem colocando Mestres em nossos caminhos. Os aprendizados que vou relatar foram ensinados por alguns dos muitos professores que a vida e o tempo me concederam.  Eles me permitiram simplificar a forma como eu enxergo o mundo e a mim mesma.  Quem dera se eu tivesse aprendido antes.


1ª LIÇÃO – SE O ERRO É SEU, A CULPA É SUA.


Passei muito tempo só tomando a culpa da parte que me cabia diretamente. Nunca fui do tipo que se faz de vítima, mas ainda assim eu tinha o costume de atribuir ao outro a culpa por um erro que no fundo era meu. Com o tempo e a vida, eu aprendi que independente das circunstâncias, os meus erros pertencem a mim. Apontar o dedo para culpar o outro, não resolve nada. Dessa forma, eu passo ter as rédeas da minha vida e adquiro a consciência de que eu posso resolver meus próprios problemas e situações, ao invés de esperar que algo ou alguém me salve.
 2ª LIÇÃO – A ANSIEDADE MAIS DEVASTA DO QUE RESOLVE.

A vida e o tempo também me mostraram que a minha ansiedade não vai fazer com que o relógio corra mais depressa ou que certas soluções apareçam num passe de mágicas. Pelo contrário, ela só vai me atrapalhar a enxergar tudo com clareza e a aproveitar os minutos finais que antecedem a tormenta. Afinal, ações bem pensadas são capazes de ordenar o caos, mas ações impulsivas têm um imenso poder de destruição.

3ª LIÇÃO – ESTAR INTEIRO É ESTAR FOCADO.
Esses professores queridos me mostraram a importância de ser inteira, de estar presente de corpo e alma em todo e qualquer lugar, independente das circunstâncias. Ser inteira é ter foco e direção. É saber que toda e qualquer ação merece toda a minha atenção. Dessa forma, passo a ser responsável por todas as minhas boas e más decisões, ao invés de me tornar uma “vítima” das circunstâncias. Passei a vida toda desconhecendo a importância de ter foco e toda vez que estou em um momento difícil, me obrigo a ficar inteira para lidar com a situação. Depois disso, nunca mais comprei nem se quer um vestido pensando em outro que ficou na loja. Pois as minhas decisões passaram a ser conscientes.
Só tenho a agradecer aos meus amados Mestres por tudo o que eles me ensinam e por serem professores incansáveis. Graças a eles a minha vida ficou melhor.
Fonte do texto: postado por Priscilla Tenório no site: O segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/as-3-grandes-licoes-que-o-tempo-e-vida-me-ensinaram/

ÀS VEZES, O QUE É NOSSO ESTÁ NOS ESPERANDO LOGO DEPOIS DE ALGUMAS SITUAÇÕES QUE CONSIDERAMOS COMO DERROTAS OU FALHAS…

 A vida muda o tempo todo. O tempo todo a vida muda. É algo inevitável, e a ordem dos acontecimentos não altera os fatos.
Conforme crescemos, o que queremos e pensamos sobre a vida também muda. Nosso crescimento físico deve acompanhar o crescimento e desenvolvimento pessoal e espiritual, nossas escolhas e o que elas refletem também.
Pensamos que sabemos de tudo, pensamos que podemos controlar tudo, porém algumas vezes as coisas não acontecem como planejamos. Isso não significa que a vida está contra você, mas talvez o destino, universo, Deus tenha algo melhor para sua vida.
Às vezes o que é nosso, está nos esperando logo depois de algumas situações que muitas vezes consideramos como derrotas ou falhas. Por isso aceite o novo de braços abertos.
Uma mudança fundamental é aprendermos a nos impor.
Eu percebi depois de alguns tombos e machucados que minha felicidade às vezes dependia somente de um não.

Não, você não pode falar assim comigo. Não, você não pode me tratar assim. Se não te agradar e não te fizer feliz, diga não, hoje não!
Nem todo mundo vai entender sua evolução, não se deixe abater, e esteja preparado para as críticas e opiniões que você não pediu. Críticas construtivas serão sempre bem vindas, e para todo os resto, somente ignore.
Seja a mudança que você quer ver, seja a pessoa que você quer ter como amigo, seja o tipo de companheiro/a que você gostaria de encontrar, o funcionário que você contrataria. Não seja egoísta.
 Lembre-se sempre de se colocar no lugar do outro em todas as situações, afinal o que não queremos para nós, jamais devemos fazer ou desejar ao próximo.
Um passo de cada vez, às vezes dois para trás para dar um para frente, mas desde que você esteja se movimentando e caminhando na direção da sua felicidade, das suas metas, a missão maior estará sendo cumprida.

Fonte do texto: postado por Wandy Luz no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/as-vezes-o-que-e-nosso-esta-nos-esperando-logo-depois-de-algumas-situacoes-que-consideramos-como-derrotas-ou-falhas/

segunda-feira, 27 de março de 2017

FICAR DE BOCA FECHADA: UM DOS SEGREDO DA VIDA!

 Nunca, nunca, nunca fale mal dos outros; mas, principalmente, não fale mal de si mesmo, não fique contando suas misérias, problemas e tristezas para encontrar conforto na ‘pena’ alheia. Atrair os olhos da piedade é desejar e invocar sobre si condições dignas de piedade.
Indivíduos sem um ‘centro’ falam demais, estão sempre prontos a opinar, criticar, espalhar, reproduzir, acrescentar e fomentar falatórios de maneira irrefletida e desorganizada; eles não sabem, mas esta é a maneira mais rápida de se perder totalmente o Poder da Palavra.
Não manter a boca fechada é caminho certo para desperdiçar energia e vitalidade.
Ao ministrar cursos de Oratória, sempre insisto que inexiste melhor mecanismo de se ampliar essa capacidade do que ‘Calar a Boca!’. E manter a boca fechada não significa apenas não proferir palavras a esmo, mas estar atento a como nascem e se processam os pensamentos, a como eles podem ser canalizados e dirigidos favoravelmente.
Não raras vezes, uma ‘língua solta’ vem acompanhada de uma mente tíbia, um raciocínio raso e um temperamento descontrolado.
No Plano Astral, uma pessoa que não domina o Poder da Palavra apresenta-se em uma Aura turbulenta, onde as Forma-Pensamentos giram pra todos os lados sem lei e ordem. São soldados desgovernados, frágeis e completamente desarmados, susceptíveis a qualquer influência ou ataque externo. Trata-se espiritualmente de alguém que, desguarnecido, tende a sentir-se constantemente desanimado, desmotivado, cansado, oprimido e deprimido.

Quem não controla o Falar, não controla o Pensar e portanto não domina o próprio Existir.
Se cuidar e expandir a própria existência é o melhor Serviço que podemos prestar para a humanidade, ‘Calar’ é prática mais proveitosa que podemos aplicar em nossa própria vida.
Quem desenvolve a capacidade de Silenciar aproveita maravilhosas oportunidades de, no mínimo, não falar bobagens.
Parece algo óbvio e fácil mas não o é, a dificuldade em saber a hora de sair de cena, descer do palco e permitir que o Universo termine o espetáculo, é uma das razões para tanto stress e desajustes.
Quando se permite dominar pela ânsia de ‘responder a altura’, dar o troco, fazer-se ouvir, impor-se, gritar mais alto, se fazer presente a todo e qualquer custo vai se criando ‘ralos’ que sugam a Energia Pessoal
Desinstale do coração o hábito de reproduzir acontecimentos desagradáveis, tragédias, desastres e catástrofes; evite mergulhar nas ondas de raiva coletiva, de fofoca comunitária, de falatórios generalizados.
Aprenda a Silenciar.
Silenciar é manter a mente concentrada sobre o que é verdadeiramente importante para si, é abster-se de colocações desnecessárias e dizer apenas aquilo que condiz com o que se deseja ver manifesto no próprio Universo.
Silenciar é ser Grato.
Silenciar é colocar em palavras a Força, a Abundância, o Equilíbrio, a Saúde, a Iluminação, a Felicidade e o Bem.
Silenciar é também brigar pelos direitos, é ir pras ruas e entrar no campo de batalha se necessário for; mas é igualmente saber voltar ao estado de Paz e Centralidade.
Silenciar é a única maneira de adquirir o Poder da Palavra.

Fonte do texto: Verdade Mundial

NÃO CONFUNDA MINHA CALMA COM ACEITAÇÃO!

É perfeitamente possível discordar sem ser agressivo, posicionar-se sem gritaria, incomodar-se sem ficar incomodando todo mundo, ou seja, é possível – inclusive necessário – manter a calma quando somos contrariados, quando tudo sai errado, quando trombamos com o que nos desagrada, em casa, no trabalho, na rua.

Se nos basearmos apenas no que vemos para tirar conclusões, provavelmente nos equivocaremos em relação às pessoas, uma vez que nem sempre o que a aparência transmite corresponde à intensidade real dos sentimentos, do que acontece dentro de cada um. Como se diz, águas serenas não significam profundidade sem turbulência.
Por esse motivo é que as pessoas mais calmas às vezes são tidas como mais maleáveis, mais passíveis de serem convencidas de algo, como se elas sempre aceitassem tudo com resignação, feito ovelhas. Ledo engano, a tranquilidade no comportamento relaciona-se muito mais à maturidade do que à subserviência, porque uma das características de quem se torna adulto deve ser exatamente a capacidade de não elevar a voz, não ser agressivo, não se desequilibrar em momentos de contrariedade.

A calma significa, nesses casos, que a pessoa tem consciência de que esbravejar e ter chiliques, por meio de ofensas e gritos, são atitudes inúteis e que só depõem contra ela mesma. Ninguém precisa mostrar destempero para que percebam sua não aceitação frente a algo com o qual não concorda. Muito pelo contrário, manter o equilíbrio será vital para podermos encontrar saídas e refletir sobre as causas que contribuíram para que as coisas chegassem àquele ponto.
É perfeitamente possível discordar sem ser agressivo, posicionar-se sem gritaria, incomodar-se sem ficar incomodando todo mundo, ou seja, é possível – inclusive necessário – manter a calma quando somos contrariados, quando tudo sai errado, quando trombamos com o que nos desagrada, em casa, no trabalho, na rua. Isso não quer dizer que estejamos aceitando passivamente o que aconteceu, mas sim que iremos primeiro controlar nossas emoções para, então, agir com propriedade.
Portanto, não se deve confundir calma aparente com aceitação e condescendência, enquanto se rotulam as pessoas que não são explosivas como as mais fáceis de serem manipuladas e convencidas de qualquer coisa que seja, pois isso é uma inverdade. Precisamos entender que ainda existe quem tenha se tornado um adulto de fato, quem seja maduro o suficiente para enfrentar as tempestades sem alarde exagerado, sem perturbar a ordem de qualquer recinto. Em vez de nos aproveitarmos dessas pessoas, temos que aprender – e muito – com elas, pois são extremamente necessárias nos momentos de turbulência que virão.

Fonte do texto: http://www.sentimentosemfrases.com/nao-confunda-minha-calma-com-aceitacao/

Não , não somos obrigados a aguentar tudo. Paciência tem limites e a vida é para ser vivida , não suportada!

 A vida é feita para ser vivida , não suportada. Quando somos obrigados a relevar tudo, ignorando os nossos sentimentos , ignorando feridas ainda abertas, impomos a nós mesmos uma espécie de tortura psicológica. E não devemos impor sofrimento a ninguém, incluindo a nós mesmos, para agradar as outras pessoas.
Ser gentil, amigável e prestativo é uma coisa ótima. Se mais pessoas dispusessem de um pouco do seu tempo e energia para ajudar os outros , provavelmente o mundo seria um lugar bem menos hostil e viver seria muito mais leve.
Por outro lado, não devemos confundir gentileza com passividade. Não devemos permitir que abusem da nossa boa vontade e passem por cima de nós porque somos bonzinhos e vamos aceitar e perdoar tudo.
Acredito firmemente no perdão. Porém, acredito também que deve ser perdoado quem pede perdão, quem deseja ser perdoado, quem demonstra arrependimento e vontade de dar um novo rumo para a relação.
Não, não somos obrigados a aguentar tudo. Paciência tem limites. Ninguém precisa sair pelo mundo se vingando, mas também ninguém deve ser obrigado a conviver e a ser gentil e a distribuir beijinhos e sorrisinhos para quem nos provocou sofrimento, para quem nos magoou gratuitamente.
Na maioria das vezes, como afirma o ditado popular , quem bate , esquece . Mas quem apanha não. Quando ofendemos ou prejudicamos de forma mais objetiva uma pessoa , causando danos à sua vida , devemos sim tentar consertar o que fizemos de errado ou pelo menos tentar amenizar de alguma forma o estrago que provocamos.
 Sim, nem sempre é possível consertar nossos erros. Nem sempre é possível se aproximar de quem prejudicamos para demonstrar nosso arrependimento. Em alguns casos , nos mantermos longe é o melhor a se fazer. Mas neste post, quero me centrar nos casos em que é possível voltar atrás e corrigir o erro e mesmo assim a pessoa se recusa. Quero me centrar no fato de que ninguém é obrigado a engolir tudo porque é gentil e amigável.
A vida é feita para ser vivida , não suportada. Quando somos obrigados a relevar tudo, ignorando os nossos sentimentos , ignorando feridas ainda abertas, impomos a nós mesmos uma espécie de tortura psicológica. E não devemos impor sofrimento a ninguém, incluindo a nós mesmos, para agradar as outras pessoas.
Não, não somos obrigados a conviver com gente que nos põe para baixo com um sorriso falso nos lábios e palavras pseudo educadas. Não somos obrigados a conviver com gente que rouba o nosso ar, que baixa a nossa energia , que nos promove qualquer tipo de constrangimento. Não somos obrigados a agradar quem não se esforça minimamente para nos alegrar. Não somos obrigados a nos sacrificar por quem não dá a mínima por nossos sentimentos. Não somos obrigados a compreender e a demonstrar empatia por quem nos atropelou feito um trator.
Como disse Caetano Veloso, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Sim, somos nós que conhecemos os nossos limites e sabemos até onde podemos caminhar sem forçar as articulações da alma. Somos nós que podemos mensurar o peso de uma ofensa e a extensão de um estrago sofrido em nossa vida.

Fonte do texto: http://www.sentimentosemfrases.com/nao-nao-somos-obrigados-a-aguentar-tudo-paciencia-tem-limites-e-a-vida-e-para-ser-vivida-nao-suportada-2/

AGRADEÇO ÀS PESSOAS DIFÍCEIS, POIS ELAS ME MOSTRAM COMO NÃO DEVO SER!

 Conviver requer calma, paciência e tolerância, para que possamos fortalecer nossas convicções cada vez mais, aprendendo as lições da vida, nesse caso, aprendendo a nos tornarmos pessoas que sejam o oposto daquelas que tanto nos desagradam.
Infelizmente, nem sempre estaremos bem acompanhados, pois, aonde quer que estejamos, haverá todo tipo de pessoas, inclusive as mais desagradáveis. Eis um dos preços a pagarmos por viver em sociedade, eis uma das razões de nossa necessidade de aprender sempre, onde e com quem estivermos. Tudo pode ser útil, tudo é aprendizado.
Cada um de nós possui a própria visão de mundo, valores, gostos, estilo, cada qual com sua história de vida, cada um tendo caminhado com passadas únicas, experiências peculiares.
Sentimentos não são iguais de pessoa para pessoa, tampouco pensamentos. As bagagens diferem entre as pessoas, bem como os pesos são sentidos de acordo com o que cada um possui dentro de si.

Por essa razão é que nos damos bem com algumas pessoas e nem tanto com outras, ou, ainda, não conseguimos nem ficar perto de algumas delas. Alguns indivíduos realmente parecem ter o dom de irritar, de trazer discórdia, pesando qualquer ambiente em que estiverem. Vivem de contrariar, de ironizar, de dizer coisas desagradáveis, escolhendo os momentos mais inapropriados para isso.
Vale, nesses momentos, percebermos se nossa antipatia provém das opiniões do outro, em razão de serem contrárias às nossas. Ultimamente, há um nível por demais exagerado de intolerância em relação a quem pensa diferente. Não sejamos nós os intolerantes de plantão, que não suportam ter que confrontar um ponto de vista diferente, afinal, o confronto com o que foge ao nosso conforto muitas vezes se faz necessário.

Uma vez que não poderemos fugir aos encontros com pessoas difíceis, cabe-nos ao menos respeitá-las, mesmo que isso implique ignorarmos sua presença, afastando-nos delas.
Conviver requer calma, paciência e tolerância, para que possamos fortalecer nossas convicções cada vez mais, aprendendo as lições da vida, nesse caso, aprendendo a nos tornarmos pessoas que sejam o oposto daquelas que tanto nos desagradam. Como se disse, tudo serve de lição, só não aprende quem não quer.

Fonte do texto: http://www.sentimentosemfrases.com/sou-grato-as-pessoas-dificeis-pois-elas-me-mostram-como-nao-devo-ser/

domingo, 26 de março de 2017

EU NÃO DEIXO NINGUÉM PRA TRÁS, AS PESSOAS É QUE ME PERDEM AOS POUCOS!

 Nem sempre o afastamento é proposital, nem sempre esquecemos alguém porque quisemos, nem sempre as pessoas vão embora porque não nos amam mais. É a ausência de contato, de olhar, de se importar, de regar e de cuidar que nos afasta uns dos outros, muito mais do que o desamor.
O cotidiano nos entope de atribulações mecânicas e repetitivas, ocupando-nos de obrigações e de responsabilidades, estendendo nosso horário de trabalho muito além das oito horas diárias, deixando-nos pouco espaço a ser preenchido com a convivência humana e afetiva. Com isso, o perigo de nos afastarmos do contato pessoal, de nos esvaziarmos de sensibilidade e tato, de nos levar à frieza de uma vida solitária, é uma constante.
Muitas vezes, focamos nossas energias tão somente na obtenção daquilo que queremos em termos de realização profissional, no sentido de alcançarmos sucesso profissional e estabilidade financeira, ao passo que nos esquecemos de reservar um tempo necessário às relações pessoais. E assim seguimos acumulando coisas e conforto, enquanto perdemos, aos poucos, as pessoas que nos são vitais, que nos ajudam a ser melhores, sem sucumbir.

Por essa razão é que, às vezes, temos a sensação de que estamos sendo ignorados ou desprezados por alguém cuja amizade vai se enfraquecendo, cujas mensagens vão diminuindo, cujos telefonemas vão rareando, cujos encontros vão se extinguindo. E, em vez de percebermos o quanto nosso comportamento influenciou nesse distanciamento, ficamos tentando culpar somente o outro pela distância que nós mesmos alargamos, ocupados que estávamos com tudo menos com ele.
Nesse sentido, nem sempre o afastamento é proposital, nem sempre esquecemos alguém porque quisemos, nem sempre as pessoas vão embora porque não nos amam mais. É a ausência de contato, de olhar, de se importar, de regar e de cuidar que nos afasta uns dos outros, muito mais do que o desamor. É a valorização extremada das conquistas materiais que nos esvazia de conquistas afetivas, de forma sutil, mas fatal.
Daí a necessidade de reservarmos dentro de nós lugares especiais onde habitarão aqueles a quem devemos gratidão por nos ajudar a ser pessoas melhores, a levar conosco cargas de sentimentos que não se podem perder, por mais que o corpo doa, por mais que o tempo corra, por mais que se canse, se extenue, se desabe. Perder aquilo que se compra pode até ser penoso, mas perder quem nos deu as mãos com amor de verdade é irreversível. E muito doído.

Fonte do texto: postado por Marcel Camargo no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/eu-nao-deixo-ninguem-pra-tras-as-pessoas-e-que-me-perdem-aos-poucos/

A DIFERENÇA ENTRE PRINCÍPIOS E VALORES:

“A minha moralidade, a moralidade da razão, está contida num único axioma: a existência existe – e numa única escolha: viver. O restante decorre dessas duas coisas. Para viver, o homem precisa de três coisas como valores supremos e dominadores de sua vida: razão, determinação e amor-próprio. Razão, seu único instrumento para adquirir conhecimento; determinação, sua escolha da felicidade que esse instrumento busca realizar; amor-próprio, sua certeza inabalável de que sua mente tem competência para pensar e sua pessoa merece a felicidade, ou seja: merece viver. Esses três valores implicam e requerem todas as virtudes do homem, e todas elas decorrem da relação entre existência e consciência: racionalidade, independência, integridade, honestidade, justiça, produtividade, orgulho. ”

Este trecho foi retirado do discurso proferido pelo personagem John Galt no livro “A Revolta de Atlas”.

É muito interessante que no decorrer de sua fala, Galt discorre sobre Princípios naturais que regem a nossa vida, e talvez este seja um dos mais belos discursos já escrito em livros de ficção. Mas a grande pergunta que fica é: você sabe o que significa ter princípios e valores? Você sabe a diferença (sutil, quase imperceptível) que existe entre os dois?
Como Stephen Covey, autor do livro ‘Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes’, acertadamente notou, nós vivemos em uma época que vive no Paradigma da Personalidade e não do Caráter.

“Eitcha… Vinícius, eu não entendi lhufas do que você falou. Fala mais bonitinho aí pra gente entender, valeu? ”

Pode deixar, jovem. Vou explicar melhor.
Antigamente – e falo bem antigamente mesmo, antes das duas Grandes Guerras – os pensadores e filósofos ressaltavam a necessidade de termos uma vida interior bem desenvolvida para que pudéssemos então dominar o mundo. Aristóteles, por exemplo, (olha ele aqui de novo gente!) Ressaltava a necessidade de alcançarmos as virtudes para que pudéssemos viver em sociedade.
E o que são as virtudes?
Acredito que tanto Ayn Rand quanto Aristóteles responderam essa questão impecavelmente bem. De acordo com o filósofo grego, virtude significa a sua disposição para fazer o bem, e esta seria aperfeiçoada através do hábito – que, aliás, já falamos sobre essa questão do hábito neste artigo aqui -.
Os pós-modernos (ou progressistas, chame-os como você quiser) gostam de ressaltar que não há verdades universais e que a razão é falha para tentar compreender a natureza. Portanto, na concepção destes pensadores, não há uma moral ética definida e tão pouco há a possibilidade de dizermos o que é certo ou errado. De acordo com eles isso deve ser definido conforme as necessidades assim exigem.
Desnecessário dizer que esse tipo de pensamento nos levou a inúmeras confusões e erros de julgamento, e atualmente podemos sentir com mais força os impactos negativos desse tipo de mentalidade. A verdade é que existem sim valores que nos aproximam de uma vida mais honesta, produtiva e feliz. Ninguém pode negar que a adoção de princípios como a Integridade, a Coragem, a Responsabilidade, a Justiça e a Racionalidade são fatores essenciais para a sobrevivência e estabilidade de qualquer sociedade. Afastar-se destes princípios, implica em causar a desintegração parcial e até mesmo a degeneração das instituições que compõem os agrupamentos humanos.
Duvida?
Experimente viver uma vida baseada na preguiça, na mentira, na covardia, na inutilidade e mediocridade para ver quais são as consequências. É isso que são Princípios: são verdades auto-evidentes por si. Tratam-se de verdades profundas, fundamentais, cuja aplicação tem validade universal. Servem tanto para indivíduos e famílias como para organizações públicas e privadas, independente da situação ou época em que são aplicadas.
Estas verdades não podem ser criadas de acordo com nossas necessidades ou conforme a vontade da maioria assim estabelece. Por exemplo, o Princípio do Direito à Vida e a Inviolabilidade da Dignidade Humana não pode ser derrubado em decorrência de convenções coletivas. As pessoas podem discutir sobre a maneira como estes princípios serão respeitados, divulgados ou atingidos, mas jamais podem tentar construir uma sociedade harmoniosa (ou uma vida feliz) estando em divergência com tais princípios.
Os pais fundadores americanos em sua Declaração de Independência dos Estados Unidos compreendiam bem este conceito. Logo no começo da Declaração afirmaram que “estas verdades são evidentes por si: todos os homens foram criados iguais, e dotados, […], de determinados direitos inalienáveis, entre os quais se encontram a vida, a liberdade e a busca da felicidade”.
Então é neste ponto que podemos diferenciar os Princípios dos Valores.
Enquanto os Princípios são verdades profundas, fundamentais, cuja aplicação é universal, os valores são práticas e hábitos. Uma prática é uma atividade ou uma ação específica. Uma determinada prática pode funcionar ou não em determinada circunstância. Um bando de ladrões pode adotar um sistema de valores interno, mas estarão em total divergência com os Princípios inalienáveis – e não demorará em que sofram as consequências disso com a dissolução total ou parcial do grupo.
Quando valorizamos as práticas corretas, nos aproximamos da Verdade e abrimos uma maior possibilidade de termos uma vida virtuosa, harmoniosa e feliz. Descobrir quais são as práticas que devemos valorizar não é uma tarefa fácil. Somente através da experiência, da tentativa e erro, podemos pouco a pouco solidificar um sistema de valores que tornarão nossa vida (e a dos outros que convivem conosco) mais fácil e produtiva.
Daí advém a necessidade de valorizarmos nossa cultura, nossas instituições, hábitos e tradições. Pois elas são resultado direto da experiência de milhares de homens e mulheres do passado enquanto tentavam adotar os valores corretos. Muitas vezes as razões de determinadas instituições, tradições, costumes que chegam até a nós não são tão evidentes em uma primeira análise. Mas quando compreendemos a ordem social como resultado da evolução baseada na adaptação, através do esforço de milhares de homens e mulheres mediante o processo de tentativa e erro, com experiências transmitidas de geração em geração na forma de conhecimento explícito ou incorporada em instituições e ferramentas que se revelaram superiores, é que compreendemos a importância da Tradição e da Cultura em nos aproximar dos Princípios Corretos.
Então finalmente chegamos a cereja do bolo. O que eu quis dizer lá em cima com o

Paradigma da Personalidade e o do Caráter?

Após o advento do pós-modernismo, os pensadores começaram a questionar a razoabilidade dos Princípios tidos como ‘invioláveis’. Afirmaram que tais ideias serviam apenas para justificar a existência de uma determinada sociedade e que tudo não passava de uma briga de classes onde o opressor justificava seu poder através das Tradições. Através de um imenso trabalho de “desconstrução”, eles chamaram os valores corretos de meras ‘virtudes burguesas’, declararam a razão como seus inimigos, rejeitaram princípios de objetividade nas ciências e alimentaram um profundo desprezo pela tradição ocidental.
Essa linha de raciocínio abriu uma perigosa margem para que as pessoas abandonassem totalmente a ética do caráter e adotassem a da personalidade. Antigamente, acreditava-se que sua vida correspondia exatamente a quem você era no interno. Ou seja, se você cultivava os valores corretos, iria colher bons frutos e ponto final. Até mesmo Jesus declara esta verdade em Mt 7-17 onde ele afirma que “Toda árvore boa dá bons frutos, toda árvore má dá maus frutos”.
Havia a consciência de que o sentimento de auto-realização não poderia vir antes do labor. Você não pode cultivar as características erradas e esperar receber bons resultados em sua vida por isso através da manipulação. Infelizmente, após as duas Grandes Guerras, os ideais progressistas solaparam esta ideia e passaram a dizer para as pessoas que elas poderiam ter o que quisessem, e que não era direito delas buscar a felicidade, mas era seu direito ter a felicidade. Enquanto os pais fundadores americanos tentaram ensinar ao seu povo que eles deveriam tomar uma atitude para serem felizes, os pós-modernos ensinaram que você deveria ser feliz pelo simples fato de existir como ser humano.
Foi então que mudamos o Paradigma do Caráter que ensinava que para ser uma pessoa de resultados você deveria cultivar os valores corretos, para o Paradigma da Personalidade que ensina que se você adotar as técnicas certas (desprendidas de quaisquer valores) irá obter os mesmos resultados daqueles que cultivam os bons hábitos. Afinal, se fosse verdade que era possível colher bons frutos apenas adotando as técnicas corretas, estaria comprovado que não existem tais princípios auto evidentes e que qualquer um pode obter os melhores resultados apenas modificando sua atuação.
A ênfase na técnica (e não no ser) funciona apenas no curto-prazo, enquanto no longo produz resultados ineficientes. Podemos adotar milhares de estratégias para influenciar pessoas ou conquistar o amor delas, ou até mesmo adotar táticas que levem os outros a aceitarem nossas vontades, mas se seu caráter interno apresenta falhas profundas, e está marcado pela falta de sinceridade, então você estará inevitavelmente fadado ao fracasso no longo prazo. Não demorará as pessoas perceberem que há uma incongruência na mensagem que você passa. Simplesmente não faz diferença a qualidade da técnica empregada se você não cultiva boas intenções e se não passa pelo difícil processo de lapidar o seu ser interno.
Aceite. Não existem atalhos para o sucesso.
Infelizmente, nos dias atuais, as pessoas querem receber amor independente de acharem que mereça ou não. Pedem para ser amada pelos seus defeitos e não pelas suas qualidades. Dizem que o verdadeiro amor aceita qualquer vício, qualquer erro, qualquer falha de caráter. Afirmam que não se pode amar alguém apenas pelo que há de bom nele. Nada poderia ser mais falho. É exatamente esse tipo de raciocínio que dá origem aos relacionamentos abusivos que vemos acontecer no dia-a-dia. O amor é algo bom e, portanto, não pode ser complacente com falhas de caráter. Aqueles que querem ser amados sem merecer se tornarão pedintes, dependentes e carentes, e provavelmente irão se envolver em relacionamentos íntimos com o seu equivalente: pessoas tão ciumentas, possessivas e dependentes de aprovação quanto.
O pós-modernismo tentou inverter a ordem natural das coisas e quis ensinar as pessoas que para que elas alcançassem seus sonhos, elas primeiro precisariam ter, pois só assim elas ficariam livres para fazer, para finalmente serem. Ou seja, nessa lógica você precisaria TER a técnica certa, para então APLICÁ-LA em sua vida e só assim você SERIA o grande sucesso que você nasceu para ser. Por exemplo, se você não tem dinheiro, você precisa primeiro ter grana, para então poder fazer empresas e começar um projeto próprio, para só assim ser o grande empreendedor que você sempre quis ser.
Essa ideia permitiu que o marxismo despontasse como filosofia dominante em boa parte do século passado na mente dos intelectuais – e até hoje ainda é assim. Afinal, se as pessoas não podiam ter dinheiro, como elas poderiam alcançar a plenitude da vida? Elas não podiam ser verdadeiramente realizadas se elas não tivessem as oportunidades adequadas. Na concepção deles o mundo era injusto e ninguém era responsável pela situação ao qual estava submetido. Se ninguém te dava oportunidades, você não poderia fazer coisas grandes e então ser reconhecido por isso. Os marxistas pensaram então que era necessário garantir a igualdade entre as pessoas para só então podermos garantir que todos seriam felizes, ou nas palavras do próprio Karl Marx “de cada um de acordo com suas capacidades a cada um de acordo com suas necessidades”.

Desnecessário destacar o fracasso e a completa dissolução que as sociedades que passaram pela experiência comunista obtiveram, certo?
A verdade é que se você quer ter sucesso na vida, precisa antes ser, para então fazer e finalmente ter. Ou seja, você precisa antes ser uma pessoa de valores e virtudes, o que vai permitir que você faça e persiga as coisas corretas, da melhor maneira possível para só então você ter o sucesso que sempre sonhou. Posso citar como exemplo, você antes precisa ser uma pessoa que assume a responsabilidade pela sua vida e por tudo que acontece nela, para só então você começar a fazer seus projetos, independente das dificuldades que apareçam na sua vida, para que só no final de tudo, você consiga ter o sucesso que você sempre sonhou. E se você não alcançar esse sucesso, você assumirá a responsabilidade pelo seu fracasso, analisará onde errou e então partirá para a ação para uma próxima jornada contando agora com mais experiência e a certeza de que dessa vez você irá obter a vitória.
“Bacana Vinícius, legal… Mas e aí… Quais são estes princípios naturais e evidentes? ”
Esta pergunta vou deixar em aberto para ser respondida no próximo artigo. Mas me diga você, leitor. Quais são os princípios que você acredita serem necessários seguir para termos uma vida plena, feliz e realizada?

Fonte do texto: postado por Vinicius Rodrigues Miranda no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/diferenca-entre-principios-e-valores/