quarta-feira, 29 de março de 2017

A VIDA É UM ESPELHO. QUAL IMAGEM VOCÊ QUER VER NO REFLEXO?

 Qual imagem você quer ver no espelho da vida?

A de uma pessoa que fica reclamando de tudo ou daquela que mesmo com os contratempos da vida levanta sacode a poeira e da a volta por cima?
Quando algo não vai bem ou quando alguém nos fere nossa primeira reação é desejar o mal para aquela pessoa, mas eu preciso te dizer que isso não é o correto a se fazer… lembre-se que a vida é um espelho tudo o que você desejar a outra pessoa está desejando a você.
Se concentre nas coisas que te dão alegria, que a alegria vira até você!
Concentre-se naquilo que deseja, sinta a alegria de ter recebido.

Mude o foco de sua vida, ficar remoendo pessoas que não te acrescentam não vai te fazer andar pra frente.
Se você deseja saúde sinta-se saudável, se você deseja a prosperidade sinta-se prospero e abundante.
Não deixe que seus pensamentos te levem para onde você não quer.

Lembre-se de ser positivo sempre, pois com isso atrairá pessoas positivas para perto de você, afinal semelhante atrai semelhante e qual imagem você vai querer ver refletida no espelho?
A mudança começa em você, na maneira pela qual você encara a vida e seus desafios!

Fonte do texto: postado por Ana luisa Grecco no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/vida-e-um-espelho-qual-imagem-voce-quer-ver-no-reflexo/

TRATE SEUS FILHOS COMO GOSTARIA DE SER TRATADO E NÃO IRÁ ERRAR!

Trate os seus filhos como você gostaria de ser tratado. Apague seus medos, dê nome a essas emoções que eles não sabem expressar, dê a eles o seu tempo de presente, realize seus sonhos e faça com que eles sintam que são as pessoas mais valiosas do mundo.

É curioso como atualmente muitas mães e muitos pais veem a criança com um pouco de medo. Eles leem manuais de educação, procuram estar instruídos nas mais recentes teorias e buscam resposta para cada problema na internet ou com os amigos (que também são pais ou não), conhecidos como verdadeiros gurus em questões parentais. Estes pais se esquecem de ouvir algo muito mais valioso do que tudo isso: seu instinto natural

Uma criança não quer gritos nem entende nada sobre repreensão. Seu filho merece ser tratado com a arte da escuta, da paciência e da grandeza do afeto. Porque as crianças não precisam ser “domadas”, precisam ser amadas.

O instinto de uma mãe ou a capacidade natural de um pai na hora de intuir as necessidades dos seus próprios filhos é, sem dúvida, a melhor estratégia para educá-los. Os filhos chegam ao mundo com uma bondade inata, por isso merecem ser tratados com respeito para salvaguardar esta nobreza do coração, atendendo com naturalidade e sem medo cada acontecimento que o dia a dia nos traz.
 Os filhos devem ser tratados com afeto e sem medos

Existem mães e pais que têm medo de fracassar em seus papéis como progenitores. Eles pensam que pode ser uma tragédia não poder dar a eles a melhor festa de aniversário, não encontrar vagas para eles na melhor escola da cidade ou não poder comprar para eles a mesma roupa de marca que seus amiguinhos usam no colégio. Eles aspiram, de algum modo, oferecer aos seus filhos aquilo que eles próprios não tiveram.

É claro que cada um é livre para escolher como educar um filho, mas muitas vezes esquecemos como são as crianças e tudo o que acontece no seu interior. Nos obstinamos em pensar em tudo o que devemos oferecer a eles sem descobrir primeiro do que eles realmente precisam: nós mesmos.
Uma criança não é um adulto em miniatura, é uma pessoa que precisa entender o mundo através de você e com a sua ajuda.
Uma criança age sempre por necessidades e não por manipulação ou malícia como os adultos. Temos que ser intuitivos diante dessas demandas.
Uma criança deve, acima de tudo, ser tratada com afeto. Nossos filhos não precisam de roupas de marca ou jogos eletrônicos para brincarem sozinhos. Eles precisam do seu tempo, do seu exemplo, dos seus abraços de boa noite e da sua mão para segurar ao atravessar a rua.
A criação autorregulada: compreender e acompanhar

A criação autorregulada é nutrida diretamente com as teorias do apego formuladas pelo psiquiatra Wilhelm Reich. Atualmente elas voltaram a ser comentadas porque exaltam uma série de conceitos-chave mediante os quais é possível se conectar muito melhor com a infância, com seus tempos, com suas necessidades.
Uma mãe é mais eficaz do que nunca quando confia no seu instinto, quando lê nos olhos do seu filho aquilo que ele realmente precisa.

O interessante desta abordagem é que entende-se a autorregulação como sinônimo de vida, da necessidade de fazer contato pela primeira vez com a nossa própria complexidade pessoal para entender que a criança também tem suas próprias necessidades, seus próprios conflitos gerados, por vezes, por uma sociedade que não compreende a infância e nem a criança.

Chaves para uma criação autorregulada

A criação autorregulada nos diz que uma criança que foi tratada com respeito na sua infância e que também viu como seus pais respeitavam todos aqueles que os rodeavam será um adulto respeitoso.

Mas como podemos alcançar essa conquista? Como a criação autorregulada nos ensina a criar adultos felizes para o mundo?
Uma criança deve se sentir compreendida e acompanhada em todos os momentos. Se a frustração aparece, ela deixa de se sentir adaptada, integrada.
É preciso educar com um apego saudável baseado no amor e na proximidade. Desta forma, pouco a pouco essa criança se sentirá segura para dar seus próprios passos para alcançar a independência.
A voz de uma criança deve ser escutada em todos os momentos, porque elas também devem ser levados em conta quando riem e quando choram, quando exigem ou quando sugerem.

A criação autorregulada também nos fala do tempo, de não iniciar o aprendizado intelectual até a criança fazer 7 anos, para proporcionar uma infância de descobrimentos através de brincadeiras.
 A interação com os ambientes em que a criança está inserida através dos cinco sentidos e das relações com seus iguais mediante a alegria também nos oferece um modo interessante de favorecer seu desenvolvimento psicossocial. No entanto, e seja qual for a abordagem que escolhermos para criar nossos filhos, não devemos nos esquecer de algo tão simples como tratá-los com essa fórmula mágica certeira e infalível: o amor.
Fonte do texto: por Valéria Amado no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/trate-seus-filhos-como-gostaria-de-ser-tratado-e-nao-ira-errar/

terça-feira, 28 de março de 2017

AS 3 GRANDES LIÇÕES QUE O TEMPO E A VIDA ME ENSINARAM…

A vida e o tempo são os melhores professores que podemos ter. Eles nos aproximam das pessoas certas, no momento oportuno. Cabe a nós ter a humildade de aprender o que precisamos. E mesmo que isso não ocorra, eles nunca se cansam de nos ensinar. De uma forma ou de outra, temos que absorver o que eles querem nos passar. A boa notícia é que eles tendem a nos ensinar primeiro pelo amor. A má notícia é que se não aprendermos pelo amor, aprenderemos pela dor.
Eles quase sempre agem colocando Mestres em nossos caminhos. Os aprendizados que vou relatar foram ensinados por alguns dos muitos professores que a vida e o tempo me concederam.  Eles me permitiram simplificar a forma como eu enxergo o mundo e a mim mesma.  Quem dera se eu tivesse aprendido antes.


1ª LIÇÃO – SE O ERRO É SEU, A CULPA É SUA.


Passei muito tempo só tomando a culpa da parte que me cabia diretamente. Nunca fui do tipo que se faz de vítima, mas ainda assim eu tinha o costume de atribuir ao outro a culpa por um erro que no fundo era meu. Com o tempo e a vida, eu aprendi que independente das circunstâncias, os meus erros pertencem a mim. Apontar o dedo para culpar o outro, não resolve nada. Dessa forma, eu passo ter as rédeas da minha vida e adquiro a consciência de que eu posso resolver meus próprios problemas e situações, ao invés de esperar que algo ou alguém me salve.
 2ª LIÇÃO – A ANSIEDADE MAIS DEVASTA DO QUE RESOLVE.

A vida e o tempo também me mostraram que a minha ansiedade não vai fazer com que o relógio corra mais depressa ou que certas soluções apareçam num passe de mágicas. Pelo contrário, ela só vai me atrapalhar a enxergar tudo com clareza e a aproveitar os minutos finais que antecedem a tormenta. Afinal, ações bem pensadas são capazes de ordenar o caos, mas ações impulsivas têm um imenso poder de destruição.

3ª LIÇÃO – ESTAR INTEIRO É ESTAR FOCADO.
Esses professores queridos me mostraram a importância de ser inteira, de estar presente de corpo e alma em todo e qualquer lugar, independente das circunstâncias. Ser inteira é ter foco e direção. É saber que toda e qualquer ação merece toda a minha atenção. Dessa forma, passo a ser responsável por todas as minhas boas e más decisões, ao invés de me tornar uma “vítima” das circunstâncias. Passei a vida toda desconhecendo a importância de ter foco e toda vez que estou em um momento difícil, me obrigo a ficar inteira para lidar com a situação. Depois disso, nunca mais comprei nem se quer um vestido pensando em outro que ficou na loja. Pois as minhas decisões passaram a ser conscientes.
Só tenho a agradecer aos meus amados Mestres por tudo o que eles me ensinam e por serem professores incansáveis. Graças a eles a minha vida ficou melhor.
Fonte do texto: postado por Priscilla Tenório no site: O segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/as-3-grandes-licoes-que-o-tempo-e-vida-me-ensinaram/

ÀS VEZES, O QUE É NOSSO ESTÁ NOS ESPERANDO LOGO DEPOIS DE ALGUMAS SITUAÇÕES QUE CONSIDERAMOS COMO DERROTAS OU FALHAS…

 A vida muda o tempo todo. O tempo todo a vida muda. É algo inevitável, e a ordem dos acontecimentos não altera os fatos.
Conforme crescemos, o que queremos e pensamos sobre a vida também muda. Nosso crescimento físico deve acompanhar o crescimento e desenvolvimento pessoal e espiritual, nossas escolhas e o que elas refletem também.
Pensamos que sabemos de tudo, pensamos que podemos controlar tudo, porém algumas vezes as coisas não acontecem como planejamos. Isso não significa que a vida está contra você, mas talvez o destino, universo, Deus tenha algo melhor para sua vida.
Às vezes o que é nosso, está nos esperando logo depois de algumas situações que muitas vezes consideramos como derrotas ou falhas. Por isso aceite o novo de braços abertos.
Uma mudança fundamental é aprendermos a nos impor.
Eu percebi depois de alguns tombos e machucados que minha felicidade às vezes dependia somente de um não.

Não, você não pode falar assim comigo. Não, você não pode me tratar assim. Se não te agradar e não te fizer feliz, diga não, hoje não!
Nem todo mundo vai entender sua evolução, não se deixe abater, e esteja preparado para as críticas e opiniões que você não pediu. Críticas construtivas serão sempre bem vindas, e para todo os resto, somente ignore.
Seja a mudança que você quer ver, seja a pessoa que você quer ter como amigo, seja o tipo de companheiro/a que você gostaria de encontrar, o funcionário que você contrataria. Não seja egoísta.
 Lembre-se sempre de se colocar no lugar do outro em todas as situações, afinal o que não queremos para nós, jamais devemos fazer ou desejar ao próximo.
Um passo de cada vez, às vezes dois para trás para dar um para frente, mas desde que você esteja se movimentando e caminhando na direção da sua felicidade, das suas metas, a missão maior estará sendo cumprida.

Fonte do texto: postado por Wandy Luz no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/as-vezes-o-que-e-nosso-esta-nos-esperando-logo-depois-de-algumas-situacoes-que-consideramos-como-derrotas-ou-falhas/

segunda-feira, 27 de março de 2017

NÃO CONFUNDA MINHA CALMA COM ACEITAÇÃO!

É perfeitamente possível discordar sem ser agressivo, posicionar-se sem gritaria, incomodar-se sem ficar incomodando todo mundo, ou seja, é possível – inclusive necessário – manter a calma quando somos contrariados, quando tudo sai errado, quando trombamos com o que nos desagrada, em casa, no trabalho, na rua.

Se nos basearmos apenas no que vemos para tirar conclusões, provavelmente nos equivocaremos em relação às pessoas, uma vez que nem sempre o que a aparência transmite corresponde à intensidade real dos sentimentos, do que acontece dentro de cada um. Como se diz, águas serenas não significam profundidade sem turbulência.
Por esse motivo é que as pessoas mais calmas às vezes são tidas como mais maleáveis, mais passíveis de serem convencidas de algo, como se elas sempre aceitassem tudo com resignação, feito ovelhas. Ledo engano, a tranquilidade no comportamento relaciona-se muito mais à maturidade do que à subserviência, porque uma das características de quem se torna adulto deve ser exatamente a capacidade de não elevar a voz, não ser agressivo, não se desequilibrar em momentos de contrariedade.

A calma significa, nesses casos, que a pessoa tem consciência de que esbravejar e ter chiliques, por meio de ofensas e gritos, são atitudes inúteis e que só depõem contra ela mesma. Ninguém precisa mostrar destempero para que percebam sua não aceitação frente a algo com o qual não concorda. Muito pelo contrário, manter o equilíbrio será vital para podermos encontrar saídas e refletir sobre as causas que contribuíram para que as coisas chegassem àquele ponto.
É perfeitamente possível discordar sem ser agressivo, posicionar-se sem gritaria, incomodar-se sem ficar incomodando todo mundo, ou seja, é possível – inclusive necessário – manter a calma quando somos contrariados, quando tudo sai errado, quando trombamos com o que nos desagrada, em casa, no trabalho, na rua. Isso não quer dizer que estejamos aceitando passivamente o que aconteceu, mas sim que iremos primeiro controlar nossas emoções para, então, agir com propriedade.
Portanto, não se deve confundir calma aparente com aceitação e condescendência, enquanto se rotulam as pessoas que não são explosivas como as mais fáceis de serem manipuladas e convencidas de qualquer coisa que seja, pois isso é uma inverdade. Precisamos entender que ainda existe quem tenha se tornado um adulto de fato, quem seja maduro o suficiente para enfrentar as tempestades sem alarde exagerado, sem perturbar a ordem de qualquer recinto. Em vez de nos aproveitarmos dessas pessoas, temos que aprender – e muito – com elas, pois são extremamente necessárias nos momentos de turbulência que virão.

Fonte do texto: http://www.sentimentosemfrases.com/nao-confunda-minha-calma-com-aceitacao/

Não , não somos obrigados a aguentar tudo. Paciência tem limites e a vida é para ser vivida , não suportada!

 A vida é feita para ser vivida , não suportada. Quando somos obrigados a relevar tudo, ignorando os nossos sentimentos , ignorando feridas ainda abertas, impomos a nós mesmos uma espécie de tortura psicológica. E não devemos impor sofrimento a ninguém, incluindo a nós mesmos, para agradar as outras pessoas.
Ser gentil, amigável e prestativo é uma coisa ótima. Se mais pessoas dispusessem de um pouco do seu tempo e energia para ajudar os outros , provavelmente o mundo seria um lugar bem menos hostil e viver seria muito mais leve.
Por outro lado, não devemos confundir gentileza com passividade. Não devemos permitir que abusem da nossa boa vontade e passem por cima de nós porque somos bonzinhos e vamos aceitar e perdoar tudo.
Acredito firmemente no perdão. Porém, acredito também que deve ser perdoado quem pede perdão, quem deseja ser perdoado, quem demonstra arrependimento e vontade de dar um novo rumo para a relação.
Não, não somos obrigados a aguentar tudo. Paciência tem limites. Ninguém precisa sair pelo mundo se vingando, mas também ninguém deve ser obrigado a conviver e a ser gentil e a distribuir beijinhos e sorrisinhos para quem nos provocou sofrimento, para quem nos magoou gratuitamente.
Na maioria das vezes, como afirma o ditado popular , quem bate , esquece . Mas quem apanha não. Quando ofendemos ou prejudicamos de forma mais objetiva uma pessoa , causando danos à sua vida , devemos sim tentar consertar o que fizemos de errado ou pelo menos tentar amenizar de alguma forma o estrago que provocamos.
 Sim, nem sempre é possível consertar nossos erros. Nem sempre é possível se aproximar de quem prejudicamos para demonstrar nosso arrependimento. Em alguns casos , nos mantermos longe é o melhor a se fazer. Mas neste post, quero me centrar nos casos em que é possível voltar atrás e corrigir o erro e mesmo assim a pessoa se recusa. Quero me centrar no fato de que ninguém é obrigado a engolir tudo porque é gentil e amigável.
A vida é feita para ser vivida , não suportada. Quando somos obrigados a relevar tudo, ignorando os nossos sentimentos , ignorando feridas ainda abertas, impomos a nós mesmos uma espécie de tortura psicológica. E não devemos impor sofrimento a ninguém, incluindo a nós mesmos, para agradar as outras pessoas.
Não, não somos obrigados a conviver com gente que nos põe para baixo com um sorriso falso nos lábios e palavras pseudo educadas. Não somos obrigados a conviver com gente que rouba o nosso ar, que baixa a nossa energia , que nos promove qualquer tipo de constrangimento. Não somos obrigados a agradar quem não se esforça minimamente para nos alegrar. Não somos obrigados a nos sacrificar por quem não dá a mínima por nossos sentimentos. Não somos obrigados a compreender e a demonstrar empatia por quem nos atropelou feito um trator.
Como disse Caetano Veloso, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Sim, somos nós que conhecemos os nossos limites e sabemos até onde podemos caminhar sem forçar as articulações da alma. Somos nós que podemos mensurar o peso de uma ofensa e a extensão de um estrago sofrido em nossa vida.

Fonte do texto: http://www.sentimentosemfrases.com/nao-nao-somos-obrigados-a-aguentar-tudo-paciencia-tem-limites-e-a-vida-e-para-ser-vivida-nao-suportada-2/

AGRADEÇO ÀS PESSOAS DIFÍCEIS, POIS ELAS ME MOSTRAM COMO NÃO DEVO SER!

 Conviver requer calma, paciência e tolerância, para que possamos fortalecer nossas convicções cada vez mais, aprendendo as lições da vida, nesse caso, aprendendo a nos tornarmos pessoas que sejam o oposto daquelas que tanto nos desagradam.
Infelizmente, nem sempre estaremos bem acompanhados, pois, aonde quer que estejamos, haverá todo tipo de pessoas, inclusive as mais desagradáveis. Eis um dos preços a pagarmos por viver em sociedade, eis uma das razões de nossa necessidade de aprender sempre, onde e com quem estivermos. Tudo pode ser útil, tudo é aprendizado.
Cada um de nós possui a própria visão de mundo, valores, gostos, estilo, cada qual com sua história de vida, cada um tendo caminhado com passadas únicas, experiências peculiares.
Sentimentos não são iguais de pessoa para pessoa, tampouco pensamentos. As bagagens diferem entre as pessoas, bem como os pesos são sentidos de acordo com o que cada um possui dentro de si.

Por essa razão é que nos damos bem com algumas pessoas e nem tanto com outras, ou, ainda, não conseguimos nem ficar perto de algumas delas. Alguns indivíduos realmente parecem ter o dom de irritar, de trazer discórdia, pesando qualquer ambiente em que estiverem. Vivem de contrariar, de ironizar, de dizer coisas desagradáveis, escolhendo os momentos mais inapropriados para isso.
Vale, nesses momentos, percebermos se nossa antipatia provém das opiniões do outro, em razão de serem contrárias às nossas. Ultimamente, há um nível por demais exagerado de intolerância em relação a quem pensa diferente. Não sejamos nós os intolerantes de plantão, que não suportam ter que confrontar um ponto de vista diferente, afinal, o confronto com o que foge ao nosso conforto muitas vezes se faz necessário.

Uma vez que não poderemos fugir aos encontros com pessoas difíceis, cabe-nos ao menos respeitá-las, mesmo que isso implique ignorarmos sua presença, afastando-nos delas.
Conviver requer calma, paciência e tolerância, para que possamos fortalecer nossas convicções cada vez mais, aprendendo as lições da vida, nesse caso, aprendendo a nos tornarmos pessoas que sejam o oposto daquelas que tanto nos desagradam. Como se disse, tudo serve de lição, só não aprende quem não quer.

Fonte do texto: http://www.sentimentosemfrases.com/sou-grato-as-pessoas-dificeis-pois-elas-me-mostram-como-nao-devo-ser/

domingo, 26 de março de 2017

EU NÃO DEIXO NINGUÉM PRA TRÁS, AS PESSOAS É QUE ME PERDEM AOS POUCOS!

 Nem sempre o afastamento é proposital, nem sempre esquecemos alguém porque quisemos, nem sempre as pessoas vão embora porque não nos amam mais. É a ausência de contato, de olhar, de se importar, de regar e de cuidar que nos afasta uns dos outros, muito mais do que o desamor.
O cotidiano nos entope de atribulações mecânicas e repetitivas, ocupando-nos de obrigações e de responsabilidades, estendendo nosso horário de trabalho muito além das oito horas diárias, deixando-nos pouco espaço a ser preenchido com a convivência humana e afetiva. Com isso, o perigo de nos afastarmos do contato pessoal, de nos esvaziarmos de sensibilidade e tato, de nos levar à frieza de uma vida solitária, é uma constante.
Muitas vezes, focamos nossas energias tão somente na obtenção daquilo que queremos em termos de realização profissional, no sentido de alcançarmos sucesso profissional e estabilidade financeira, ao passo que nos esquecemos de reservar um tempo necessário às relações pessoais. E assim seguimos acumulando coisas e conforto, enquanto perdemos, aos poucos, as pessoas que nos são vitais, que nos ajudam a ser melhores, sem sucumbir.

Por essa razão é que, às vezes, temos a sensação de que estamos sendo ignorados ou desprezados por alguém cuja amizade vai se enfraquecendo, cujas mensagens vão diminuindo, cujos telefonemas vão rareando, cujos encontros vão se extinguindo. E, em vez de percebermos o quanto nosso comportamento influenciou nesse distanciamento, ficamos tentando culpar somente o outro pela distância que nós mesmos alargamos, ocupados que estávamos com tudo menos com ele.
Nesse sentido, nem sempre o afastamento é proposital, nem sempre esquecemos alguém porque quisemos, nem sempre as pessoas vão embora porque não nos amam mais. É a ausência de contato, de olhar, de se importar, de regar e de cuidar que nos afasta uns dos outros, muito mais do que o desamor. É a valorização extremada das conquistas materiais que nos esvazia de conquistas afetivas, de forma sutil, mas fatal.
Daí a necessidade de reservarmos dentro de nós lugares especiais onde habitarão aqueles a quem devemos gratidão por nos ajudar a ser pessoas melhores, a levar conosco cargas de sentimentos que não se podem perder, por mais que o corpo doa, por mais que o tempo corra, por mais que se canse, se extenue, se desabe. Perder aquilo que se compra pode até ser penoso, mas perder quem nos deu as mãos com amor de verdade é irreversível. E muito doído.

Fonte do texto: postado por Marcel Camargo no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/eu-nao-deixo-ninguem-pra-tras-as-pessoas-e-que-me-perdem-aos-poucos/

A DIFERENÇA ENTRE PRINCÍPIOS E VALORES:

“A minha moralidade, a moralidade da razão, está contida num único axioma: a existência existe – e numa única escolha: viver. O restante decorre dessas duas coisas. Para viver, o homem precisa de três coisas como valores supremos e dominadores de sua vida: razão, determinação e amor-próprio. Razão, seu único instrumento para adquirir conhecimento; determinação, sua escolha da felicidade que esse instrumento busca realizar; amor-próprio, sua certeza inabalável de que sua mente tem competência para pensar e sua pessoa merece a felicidade, ou seja: merece viver. Esses três valores implicam e requerem todas as virtudes do homem, e todas elas decorrem da relação entre existência e consciência: racionalidade, independência, integridade, honestidade, justiça, produtividade, orgulho. ”

Este trecho foi retirado do discurso proferido pelo personagem John Galt no livro “A Revolta de Atlas”.

É muito interessante que no decorrer de sua fala, Galt discorre sobre Princípios naturais que regem a nossa vida, e talvez este seja um dos mais belos discursos já escrito em livros de ficção. Mas a grande pergunta que fica é: você sabe o que significa ter princípios e valores? Você sabe a diferença (sutil, quase imperceptível) que existe entre os dois?
Como Stephen Covey, autor do livro ‘Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes’, acertadamente notou, nós vivemos em uma época que vive no Paradigma da Personalidade e não do Caráter.

“Eitcha… Vinícius, eu não entendi lhufas do que você falou. Fala mais bonitinho aí pra gente entender, valeu? ”

Pode deixar, jovem. Vou explicar melhor.
Antigamente – e falo bem antigamente mesmo, antes das duas Grandes Guerras – os pensadores e filósofos ressaltavam a necessidade de termos uma vida interior bem desenvolvida para que pudéssemos então dominar o mundo. Aristóteles, por exemplo, (olha ele aqui de novo gente!) Ressaltava a necessidade de alcançarmos as virtudes para que pudéssemos viver em sociedade.
E o que são as virtudes?
Acredito que tanto Ayn Rand quanto Aristóteles responderam essa questão impecavelmente bem. De acordo com o filósofo grego, virtude significa a sua disposição para fazer o bem, e esta seria aperfeiçoada através do hábito – que, aliás, já falamos sobre essa questão do hábito neste artigo aqui -.
Os pós-modernos (ou progressistas, chame-os como você quiser) gostam de ressaltar que não há verdades universais e que a razão é falha para tentar compreender a natureza. Portanto, na concepção destes pensadores, não há uma moral ética definida e tão pouco há a possibilidade de dizermos o que é certo ou errado. De acordo com eles isso deve ser definido conforme as necessidades assim exigem.
Desnecessário dizer que esse tipo de pensamento nos levou a inúmeras confusões e erros de julgamento, e atualmente podemos sentir com mais força os impactos negativos desse tipo de mentalidade. A verdade é que existem sim valores que nos aproximam de uma vida mais honesta, produtiva e feliz. Ninguém pode negar que a adoção de princípios como a Integridade, a Coragem, a Responsabilidade, a Justiça e a Racionalidade são fatores essenciais para a sobrevivência e estabilidade de qualquer sociedade. Afastar-se destes princípios, implica em causar a desintegração parcial e até mesmo a degeneração das instituições que compõem os agrupamentos humanos.
Duvida?
Experimente viver uma vida baseada na preguiça, na mentira, na covardia, na inutilidade e mediocridade para ver quais são as consequências. É isso que são Princípios: são verdades auto-evidentes por si. Tratam-se de verdades profundas, fundamentais, cuja aplicação tem validade universal. Servem tanto para indivíduos e famílias como para organizações públicas e privadas, independente da situação ou época em que são aplicadas.
Estas verdades não podem ser criadas de acordo com nossas necessidades ou conforme a vontade da maioria assim estabelece. Por exemplo, o Princípio do Direito à Vida e a Inviolabilidade da Dignidade Humana não pode ser derrubado em decorrência de convenções coletivas. As pessoas podem discutir sobre a maneira como estes princípios serão respeitados, divulgados ou atingidos, mas jamais podem tentar construir uma sociedade harmoniosa (ou uma vida feliz) estando em divergência com tais princípios.
Os pais fundadores americanos em sua Declaração de Independência dos Estados Unidos compreendiam bem este conceito. Logo no começo da Declaração afirmaram que “estas verdades são evidentes por si: todos os homens foram criados iguais, e dotados, […], de determinados direitos inalienáveis, entre os quais se encontram a vida, a liberdade e a busca da felicidade”.
Então é neste ponto que podemos diferenciar os Princípios dos Valores.
Enquanto os Princípios são verdades profundas, fundamentais, cuja aplicação é universal, os valores são práticas e hábitos. Uma prática é uma atividade ou uma ação específica. Uma determinada prática pode funcionar ou não em determinada circunstância. Um bando de ladrões pode adotar um sistema de valores interno, mas estarão em total divergência com os Princípios inalienáveis – e não demorará em que sofram as consequências disso com a dissolução total ou parcial do grupo.
Quando valorizamos as práticas corretas, nos aproximamos da Verdade e abrimos uma maior possibilidade de termos uma vida virtuosa, harmoniosa e feliz. Descobrir quais são as práticas que devemos valorizar não é uma tarefa fácil. Somente através da experiência, da tentativa e erro, podemos pouco a pouco solidificar um sistema de valores que tornarão nossa vida (e a dos outros que convivem conosco) mais fácil e produtiva.
Daí advém a necessidade de valorizarmos nossa cultura, nossas instituições, hábitos e tradições. Pois elas são resultado direto da experiência de milhares de homens e mulheres do passado enquanto tentavam adotar os valores corretos. Muitas vezes as razões de determinadas instituições, tradições, costumes que chegam até a nós não são tão evidentes em uma primeira análise. Mas quando compreendemos a ordem social como resultado da evolução baseada na adaptação, através do esforço de milhares de homens e mulheres mediante o processo de tentativa e erro, com experiências transmitidas de geração em geração na forma de conhecimento explícito ou incorporada em instituições e ferramentas que se revelaram superiores, é que compreendemos a importância da Tradição e da Cultura em nos aproximar dos Princípios Corretos.
Então finalmente chegamos a cereja do bolo. O que eu quis dizer lá em cima com o

Paradigma da Personalidade e o do Caráter?

Após o advento do pós-modernismo, os pensadores começaram a questionar a razoabilidade dos Princípios tidos como ‘invioláveis’. Afirmaram que tais ideias serviam apenas para justificar a existência de uma determinada sociedade e que tudo não passava de uma briga de classes onde o opressor justificava seu poder através das Tradições. Através de um imenso trabalho de “desconstrução”, eles chamaram os valores corretos de meras ‘virtudes burguesas’, declararam a razão como seus inimigos, rejeitaram princípios de objetividade nas ciências e alimentaram um profundo desprezo pela tradição ocidental.
Essa linha de raciocínio abriu uma perigosa margem para que as pessoas abandonassem totalmente a ética do caráter e adotassem a da personalidade. Antigamente, acreditava-se que sua vida correspondia exatamente a quem você era no interno. Ou seja, se você cultivava os valores corretos, iria colher bons frutos e ponto final. Até mesmo Jesus declara esta verdade em Mt 7-17 onde ele afirma que “Toda árvore boa dá bons frutos, toda árvore má dá maus frutos”.
Havia a consciência de que o sentimento de auto-realização não poderia vir antes do labor. Você não pode cultivar as características erradas e esperar receber bons resultados em sua vida por isso através da manipulação. Infelizmente, após as duas Grandes Guerras, os ideais progressistas solaparam esta ideia e passaram a dizer para as pessoas que elas poderiam ter o que quisessem, e que não era direito delas buscar a felicidade, mas era seu direito ter a felicidade. Enquanto os pais fundadores americanos tentaram ensinar ao seu povo que eles deveriam tomar uma atitude para serem felizes, os pós-modernos ensinaram que você deveria ser feliz pelo simples fato de existir como ser humano.
Foi então que mudamos o Paradigma do Caráter que ensinava que para ser uma pessoa de resultados você deveria cultivar os valores corretos, para o Paradigma da Personalidade que ensina que se você adotar as técnicas certas (desprendidas de quaisquer valores) irá obter os mesmos resultados daqueles que cultivam os bons hábitos. Afinal, se fosse verdade que era possível colher bons frutos apenas adotando as técnicas corretas, estaria comprovado que não existem tais princípios auto evidentes e que qualquer um pode obter os melhores resultados apenas modificando sua atuação.
A ênfase na técnica (e não no ser) funciona apenas no curto-prazo, enquanto no longo produz resultados ineficientes. Podemos adotar milhares de estratégias para influenciar pessoas ou conquistar o amor delas, ou até mesmo adotar táticas que levem os outros a aceitarem nossas vontades, mas se seu caráter interno apresenta falhas profundas, e está marcado pela falta de sinceridade, então você estará inevitavelmente fadado ao fracasso no longo prazo. Não demorará as pessoas perceberem que há uma incongruência na mensagem que você passa. Simplesmente não faz diferença a qualidade da técnica empregada se você não cultiva boas intenções e se não passa pelo difícil processo de lapidar o seu ser interno.
Aceite. Não existem atalhos para o sucesso.
Infelizmente, nos dias atuais, as pessoas querem receber amor independente de acharem que mereça ou não. Pedem para ser amada pelos seus defeitos e não pelas suas qualidades. Dizem que o verdadeiro amor aceita qualquer vício, qualquer erro, qualquer falha de caráter. Afirmam que não se pode amar alguém apenas pelo que há de bom nele. Nada poderia ser mais falho. É exatamente esse tipo de raciocínio que dá origem aos relacionamentos abusivos que vemos acontecer no dia-a-dia. O amor é algo bom e, portanto, não pode ser complacente com falhas de caráter. Aqueles que querem ser amados sem merecer se tornarão pedintes, dependentes e carentes, e provavelmente irão se envolver em relacionamentos íntimos com o seu equivalente: pessoas tão ciumentas, possessivas e dependentes de aprovação quanto.
O pós-modernismo tentou inverter a ordem natural das coisas e quis ensinar as pessoas que para que elas alcançassem seus sonhos, elas primeiro precisariam ter, pois só assim elas ficariam livres para fazer, para finalmente serem. Ou seja, nessa lógica você precisaria TER a técnica certa, para então APLICÁ-LA em sua vida e só assim você SERIA o grande sucesso que você nasceu para ser. Por exemplo, se você não tem dinheiro, você precisa primeiro ter grana, para então poder fazer empresas e começar um projeto próprio, para só assim ser o grande empreendedor que você sempre quis ser.
Essa ideia permitiu que o marxismo despontasse como filosofia dominante em boa parte do século passado na mente dos intelectuais – e até hoje ainda é assim. Afinal, se as pessoas não podiam ter dinheiro, como elas poderiam alcançar a plenitude da vida? Elas não podiam ser verdadeiramente realizadas se elas não tivessem as oportunidades adequadas. Na concepção deles o mundo era injusto e ninguém era responsável pela situação ao qual estava submetido. Se ninguém te dava oportunidades, você não poderia fazer coisas grandes e então ser reconhecido por isso. Os marxistas pensaram então que era necessário garantir a igualdade entre as pessoas para só então podermos garantir que todos seriam felizes, ou nas palavras do próprio Karl Marx “de cada um de acordo com suas capacidades a cada um de acordo com suas necessidades”.

Desnecessário destacar o fracasso e a completa dissolução que as sociedades que passaram pela experiência comunista obtiveram, certo?
A verdade é que se você quer ter sucesso na vida, precisa antes ser, para então fazer e finalmente ter. Ou seja, você precisa antes ser uma pessoa de valores e virtudes, o que vai permitir que você faça e persiga as coisas corretas, da melhor maneira possível para só então você ter o sucesso que sempre sonhou. Posso citar como exemplo, você antes precisa ser uma pessoa que assume a responsabilidade pela sua vida e por tudo que acontece nela, para só então você começar a fazer seus projetos, independente das dificuldades que apareçam na sua vida, para que só no final de tudo, você consiga ter o sucesso que você sempre sonhou. E se você não alcançar esse sucesso, você assumirá a responsabilidade pelo seu fracasso, analisará onde errou e então partirá para a ação para uma próxima jornada contando agora com mais experiência e a certeza de que dessa vez você irá obter a vitória.
“Bacana Vinícius, legal… Mas e aí… Quais são estes princípios naturais e evidentes? ”
Esta pergunta vou deixar em aberto para ser respondida no próximo artigo. Mas me diga você, leitor. Quais são os princípios que você acredita serem necessários seguir para termos uma vida plena, feliz e realizada?

Fonte do texto: postado por Vinicius Rodrigues Miranda no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/diferenca-entre-principios-e-valores/

CÓDIGO DE ÉTICA DOS ÍNDIOS NORTE AMERICANOS: APRENDA E VIVA MELHOR

1. Levante com o Sol para orar. Ore sozinho. Ore com frequência. O Grande Espírito o escutará, se você ao menos, falar.

2. Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza, originam-se de uma alma perdida. Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.

3. Procure conhecer-se, por si mesmo. Não permita que outros façam seu caminho por você. É sua estrada, e somente sua. Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.

4. Trate os convidados em seu lar com muita consideração. Sirva-os o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra.

5. Não tome o que não é seu. Seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza, ou da cultura. Se não lhe foi dado, não é seu.

6. Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam elas pessoas, plantas ou animais.

7. Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas. Nunca interrompa os outros nem ridicularize, nem rudemente os imite. Permita a cada pessoa o direito da expressão pessoal.

8. Nunca fale dos outros de uma maneira má. A energia negativa que você colocar para fora no universo voltará multiplicada a você.

9. Todas as pessoas cometem erros. E todos os erros podem ser perdoados.

10. Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o otimismo.

11. A natureza não é para nós, ela é uma parte de nós. Toda a natureza faz parte da nossa família Terrena.

12. As crianças são as sementes do nosso futuro. Plante amor nos seus corações e águe com sabedoria e lições da vida. Quando forem crescidos, dê-lhes espaço para que cresçam.

13. Evite machucar os corações das pessoas. O veneno da dor causada a outros, retornará a você.

14. Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande teste para a nossa herança do universo.

15. Mantenha-se equilibrado. Seu corpo Espiritual, seu corpo Mental, seu corpo Emocional, e seu corpo Físico; todos necessitam ser fortes, puros e saudáveis. Trabalhe o seu corpo Físico para fortalecer o seu corpo Mental. Enriqueça o seu corpo Espiritual para curar o seu corpo Emocional.

16. Tome decisões conscientes de como você será e como reagirá. Seja responsável por suas próprias ações.

17. Respeite a privacidade e o espaço pessoal dos outros. Não toque as propriedades pessoais de outras pessoas, especialmente objetos religiosos e sagrados. Isto é proibido.

18. Comece sendo verdadeiro consigo mesmo. Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros.

19. Respeite outras crenças religiosas. Não force suas crenças sobre os outros.

20. Compartilhe sua boa fortuna com os outros. Participe com caridade.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2013/12/codigo-de-etica-dos-indios-norte-americanos-aprenda-e-viva-melhor/

ENTENDA AS CRÍTICAS E SAIBA O QUE FAZER COM ELAS:

“O que você andou fazendo com seu cabelo? Tá mal, hein? Só não tá pior que essa maquiagem… Foi contratada pra trabalhar no circo?”
“Olha, seu trabalho tá bom, mas… eu acho que você pode fazer melhor. Isso não tá bem escrito. Por que você não muda esta parte?”
Há coisas de que não conseguimos escapar. Uma delas é a crítica. Seja na escola ou no trabalho, sejamos crianças ou adultos, as críticas estão presentes como pequenos duendes que ficam sobre nossos ombros, voando ao redor das nossas cabeças, cutucando nossos ouvidos.
Críticas são opiniões analíticas sobre algo ou alguém. Dependendo de nossas expectativas (futuro) e experiências (passado), nossas opiniões podem ser construtivas ou destrutivas. Por exemplo: a crítica sobre o cabelo e a maquiagem, no início da publicação, está longe de ser construtiva. Está mais voltada para a humilhação e o deboche.
Na segunda crítica, sobre o trabalho, é possível vermos uma tentativa de reconstrução. Notam a diferença? A reação às críticas dependerá da nossa estrutura psicológica. Montar essa estrutura é importante demais para o nosso desenvolvimento pessoal, pois parte do nosso bem-estar está ligada a como lidamos com as críticas.


ENTENDENDO AS CRÍTICAS

O efeito das críticas tem a ver com a visão que temos delas. Precisamos interpretá-las, ou seja, precisamos pensar no seguinte:

1) quem está fazendo a crítica?
2) qual é a finalidade desta crítica?
3) ela está sendo feita de que jeito?

Interpretar uma crítica é como brincar com peças LEGO. A gente monta e desmonta como quiser. Depende da nossa imaginação. Quando a criatividade é boa, fazemos objetos magníficos. Entretanto, quando a imaginação não é boa, criamos coisas horríveis. Muitos adultos comportam-se como crianças de péssima imaginação, criando péssimas situações para si mesmas por não saberem interpretar uma crítica. Precisamos, portanto, saber como brincar com elas.

As críticas construtivas, geralmente, são ditas assim: “Acho que você poderia…”, “Sei que você pode fazer melhor”, “Tente aquilo, isso não está legal”, “Você já foi melhor nisso…”. Elas têm um padrão positivo. Elas nos incentivam. Se você souber brincar com as peças, também verá que as críticas destrutivas, em nenhum momento, nos mostram o caminho da melhora. As críticas construtivas são feitas por pessoas de mente aberta, otimistas. Por outro lado, as destrutivas são feitas por pessoas com feridas emocionais. Não é difícil reconhecer a diferença entre as críticas. O mais difícil, mas não impossível, é criarmos uma rede de amortecimento.


PREPARANDO NOSSA REDE DE AMORTECIMENTO


Para brincarmos melhor, precisamos de um bom lugar. As peças precisam de um ambiente adequado. Uma boa preparação interna será fundamental para que você, suas amigas e seus vizinhos barulhentos lidem melhor com as críticas. As seguintes dicas são frutos da minha experiência como professor, escritor e ser humano em busca de um desenvolvimento pessoal mais satisfatório.
A) reforce a autoconfiança: pense em tudo que você já fez de bom. É bom fazer isso, não? Nos sentimos mais pra cima, orgulhosos do que fomos capazes de fazer. Toda essa bagagem serve para reforçar a autoconfiança. A crítica construtiva te dará forças para aumentar essa bagagem;

B) converse mais contigo: você conversa com o porteiro, com a moça da esquina, com o amigo do Facebook, com a turma do Whatsapp… mas… e com você? Não estou te dizendo para ficar diante do espelho e começar um exercício oral de narcisismo. Conversar contigo significa ver o que está acontecendo contigo, saber o que você quer para sua vida, buscar entender as causas dos seus fracassos, identificar seus pontos fortes e fracos;

C) medite: pessoal, a meditação causa um giro radical em nossas vidas. Não é do dia para a noite que você sentirá os efeitos dela. Com a prática contínua, reconhecer a diferença entre os dois tipos de crítica será muito mais fácil. Por pior que seja a crítica negativa, o impacto em você será nulo.
Essa rede de amortecimento te permitirá absorver as críticas com maior eficiência. Notem que falo em “amortecimento” e “absorver”, e não em “rebatida”. Rebatidas fortes são boas no beisebol. Apenas lá. Receba, analise, e utilize se for positiva; receba, analise e jogue fora se for negativa. Rebater não é bom. Afundar-se é pior ainda. Sustente-se!

Um abraço a todos! Até a próxima!

Fonte do texto: postado por Rodrigo Penna Alves no site: O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/entenda-as-criticas-e-saiba-o-que-fazer-com-elas/

ÀS VEZES, A VIDA NÃO PEDE ESCOLHAS E SIM RENÚNCIAS!

 Teremos que renunciar a noites de diversão, às roupas da estação, à viagem de férias, a ofertas de emprego, a oportunidades de estudo, a mudar de casa, de cidade, de país. Renunciaremos a antigas ideias, a planos, a sonhos, a amores, a amizades, a aventuras furtivas. Seja por amor ao parceiro, aos filhos, para salvar um relacionamento, um lar, seja para salvar a nós mesmos.

Sempre teremos escolhas a serem feitas bem à nossa frente, diariamente, o tempo todo. São muitas as oportunidades e as opções que se descortinam ao longo da vida, sendo elas que determinarão a qualidade de nossa jornada, de nossas amizades, dos amores que nos acompanharão mundo afora. No entanto, muitas vezes, o que nos tornará mais felizes e aptos a manter nossos passos tranquilos e serenos serão as renúncias que faremos, exatamente o que deixaremos para trás.

Nem sempre poderemos levar conosco tudo o que pretendemos, todos de quem gostamos, tendo que, em vários momentos de nosso caminhar, optar por desistir do que parecia vital, mas, na verdade, não o era. Renunciar é deixar de escolher, é escolher pelo não, é tirar do leque de alternativas aquilo que não pode, não deve. Não é fácil, nunca será, mas desistir de algo que emperra e de alguém que inclusive já desistiu de nós e de si mesmo tornará nossa vida mais leve.

Teremos que renunciar a noites de diversão, a baladas com amigos, a tardes ociosas à beira da praia. Teremos que renunciar ao celular mais novo, ao carro do ano, às roupas da estação, à viagem de férias. Renunciaremos a ofertas de emprego, a oportunidades de estudo, a mudar de casa, de cidade, de país. Renunciaremos a antigas ideias, a planos, a sonhos, a amores, a amizades, a aventuras furtivas. Seja por amor ao parceiro, aos filhos, para salvar um relacionamento, um lar, seja para salvar a nós mesmos.
Tão penoso quanto renunciar é o que vem depois, aquele futuro em que nos encontraremos questionando a nós mesmos se fizemos o certo, se poderia ter sido melhor de outra forma, em outro lugar, com outras pessoas. Inevitavelmente carregaremos algumas dúvidas quanto ao que estamos fazendo de nossas vidas, porque somos humanos falíveis e estaremos sempre rodeados de outras formas de se viver que não a nossa.
 No entanto, caso estejamos junto a quem amamos e nos ama de verdade, respirando a serenidade de vivermos aquilo que somos, de acordo com o que acreditamos, teremos a certeza de que trilhamos o melhor que a vida nos ofereceu. As dúvidas virão, bem como alguns arrependimentos, pois não acertaremos o tempo todo. Mas podermos conviver serenamente com o resultado de nossas escolhas e renúncias sempre será melhor do que viver uma vida sozinha porque só pensamos em nós mesmos e em mais ninguém. Vivamos, enfim.

Fonte do texto: postado por Marcel Camargo no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/as-vezes-vida-nao-pede-escolhas-e-sim-renuncias/

TERÁ PAZ NO DIA EM QUE PERCEBERES QUE SÓ PRECISAS DA TUA APROVAÇÃO E DE MAIS NINGUÉM!

 Se não te sentes em paz contigo é porque não estás a cumprir a tua missão.
Se não te sentes muito mais livre do que alguma vez acreditaste poder vir a ser é porque não estás no teu caminho.
Deves entender que só quando és tu mesmo, sem qualquer necessidade de ser aceite e aprovado pelos outros, sem nenhum medo da rejeição e da crítica, é que estás em verdadeira consonância com a tua vida.
Se por alguma razão ela não está como gostarias que estivesse, algo está a travá-la e, normalmente, és tu que estás a fazê-lo com as tuas escolhas.

A necessidade de te sentires reconhecido pelos outros é tão grande que escolhes seja o que for a pensar muito mais neles do que em ti.
No entanto, sabes bem que essa não é a melhor solução.
Terás paz no dia em que perceberes que só precisas da tua aprovação e da de mais ninguém.
Serás livre no dia em que não dependeres de ninguém para seres tu mesmo.

Serás feliz no dia em que entenderes os sinais e compreenderes que não precisas de saber mais nada.
Até lá, não desistas de ti.
 Está atento e lembra-te sempre que tudo aquilo que te acontece tem o propósito de te dar as respostas para as perguntas que tens vindo a fazer a ti mesmo ao longo de toda a tua vida.

Fonte do texto: postado por Jose Micard Texeira no site O segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/09/tera-paz-no-dia-em-que-perceberes-que-so-precisas-da-tua-aprovacao-e-de-mais-ninguem/

O SANGUE NOS TORNA PARENTES, MAS A LEALDADE NOS FAZ FAMÍLIA!

 “Viemos a este mundo como caídos de uma chaminé. No momento, estamos ligados a um número de pessoas com as quais partilhamos sangue, genes. Uma família que nos encaixará em seus mundos particulares, em seus modelos educacionais, e tentam incutir os seus valores, ás vezes de forma bem sucedida.”
Todo mundo tem uma família. Ter uma família é coisa fácil: todos nós temos uma origem e algumas raízes. No entanto, mantê-la e construí-la, alimentando os vínculos a cada dia para chegar a estar unida, é outro nível.
Nós todos temos mães, pais, irmãos, tios … às vezes grandes núcleos com membros com os quais eventualmente deixamos de ver e conversar. Devemos nos sentir culpados por isso?
A verdade é que às vezes parecia quase uma obrigação “moral” conviver com este primo com o qual compartilhamos tão poucos interesses, e tantos desprezos nos fez ao longo de nossa vida. Talvez o sangue nos una, mas a vida não nos encaixe em todas as partes, de modo que nos afastamos.
Mas o que acontece quando falamos da família mais próxima? Como nossos pais ou irmãos? …
O VÍNCULO VAI ALÉM DO SANGUE
Às vezes, tendemos a pensar que ser uma família significa compartilhar algo mais do que o sangue ou árvore genealógica. Algumas pessoas, quase inconscientemente, acreditam que uma criança deve ter os mesmos valores que os pais, compartilhar da mesma ideologia e ter um padrão de conduta semelhante.
Alguns pais se surpreendem sobre quão diferentes irmãos podem ser entre si … Como pode isso, se são todos filhos do mesmo ventre? É como se dentro da família tivesse que haver uma harmonia explícita, onde não exista diferenças excessivas, onde ninguém deva sair do “padrão” e tudo é controlado e ordenado.
Agora, algo que deve ficar claro é que a nossa personalidade não é 100% geneticamente transmitida. Podem ser herdados alguns traços e, certamente, vivendo em um ambiente compartilhado, vamos compartilhar uma série de dimensões. Mas as crianças não são moldes dos pais, e os pais nunca i conseguirão que as crianças sejam totalmente de acordo com suas expectativas.
A personalidade é dinâmica, construída todos os dias e não obedece às barreiras que às vezes tentam levantar os pais ou mães. Assim, por vezes, as decepções habituais, confrontos, divergências … aparecem.
Para criar uma ligação forte e segura em nível familiar, as diferenças devem ser respeitadas, promoverem a independência e segurança. A essência de cada pessoa em sua maravilhosa individualidade deve ser respeitada, sem censurar cada palavra e comportamento …
CHAVES DE FAMÍLIAS QUE VIVEM EM HARMONIA
Às vezes, muitos pais veem seus filhos deixarem a casa da família, sem estabelecer contato. Há irmãos que param de falar um com o outro e famílias que veem muitas cadeiras vazias na sala de estar da casa.
Mas o que é isso? É claro que cada família é diferente, um micromundo com seus padrões, suas crenças e, por sua vez, com essas cortinas onde só ela mesma sabe o que aconteceu no passado, e como vive no presente.
No entanto, sim, podemos falar sobre áreas básicas que devem fazer-nos refletir.
– A finalidade da educação é dar ao mundo pessoas seguras si, capazes e independentes para alcançarem sua felicidade, e oferecê-la aos demais. Como isso é conseguido? Oferecendo um amor sincero que prevalece e não controla. Um amor no qual ninguém é punido por pensar ou agir.
– Nós não devemos sempre culpar os outros por aquilo que nos acontece. Não devemos culpar a mãe ou o pai por ainda hoje nos sentirmos inseguros e incapazes de fazer certas coisas. Ou a esse irmão, que talvez foi sempre melhor servido e cuidado do que nós.
Claramente, quando se trata de educar, erros sempre são cometidos. Mas também temos de assumir o controle de nossas vidas e sabermos como reagir, termos uma voz, dizermos não, e com segurança e maturidade empreendermos novos projetos e sonhos sem sermos escravos das recordações familiares de ontem .
“Ser da mesma família NÃO significa sempre partilhar os mesmos pontos de vista e opiniões. E por isso não devemos julgar, punir e menos ainda desprezar. Comportamentos como estes criam distâncias e fazem com que ao passar dos dias, encontremos mais lealdade nos amigos do que na família.”
– Às vezes, temos a “obrigação moral” de ter que continuar a manter contato com aqueles parentes que nos ferem, incomodam, penalizam.
Eles são família, sem dúvida, mas devemos considerar que o que realmente importa nesta vida é ser feliz e ter um equilíbrio interno. Uma paz interior. Se aquele ou aqueles familiares violarem os nossos direitos, devemos estabelecer certa distância.
“A maior virtude de uma família é aceitar uns aos outros como são, em harmonia, com amor e respeito.”

Fonte: La mente es Maravillosa - via: http://www.sentimentosemfrases.com/o-sangue-nos-torna-parentes-mas-a-lealdade-nos-faz-familia/

CONFIE DESCONFIANDO... DECEPÇÃO PODE VIR DE QUEM NÃO ESPERAMOS!

 Sim, decepção pode vir de quem não esperamos! Eu tenho um coração mole. Desses que apanham, mas não deixam de acreditar. Um coração cap...