domingo, 3 de dezembro de 2017

QUEM É VERDADEIRAMENTE FELIZ NÃO PRECISA DE PLATEIA

Ninguém precisa saber o quanto somos felizes, além daqueles a quem devemos ser gratos por nos oferecer um amor verdadeiro, que sempre nos curará e nos provocará sorrisos espontâneos, aqueles que sempre estarão de mãos dadas conosco, faça chuva ou faça sol.

Em tempos de felicidade estampada nas vitrines e de selfies espalhadas pelas redes sociais, a impressão que temos é de uma sociedade feliz e alegre, positiva, apaixonada e apaixonante. Somos todos bem resolvidos, bem amados. As amizades são verdadeiras, os filhos são perfeitos, a comida é maravilhosa, vinte e quatro horas por dia – pelo menos nos perfis virtuais.
Logicamente, as redes sociais não devem servir a lamentações e queixas, nem a indiretas desagradáveis, pois lá estamos para nos divertir e higienizar nossa mente, fugindo um pouco à estafa de nosso cotidiano apressado e atribulado. Muitos confundem a rede virtual com um diário íntimo, postando aquilo que deveria ser resolvido junto a um terapeuta, aquilo que não interessa a ninguém.

Por outro lado, há quem exagera na felicidade estampada nas fotos e nos posts, expondo-se em demasia, como se a própria vida fosse um filme do interesse de todos. Embora cada um use seus perfis da forma que bem entender, há que se tomar cuidado para que não se exagere no compartilhamento de tudo o que acontece, de todo passo dado, inclusive se resguardando de gente que fuça os perfis à procura de casas sem ninguém para assaltarem ou de alvos de sequestros.
Como tudo na vida, há que se ter cautela e equilíbrio na forma como lidamos com o mundo à nossa volta, na maneira como nos relacionamos com as pessoas que convivem conosco. Não conhecemos ninguém tão a fundo, que possamos nos abrir totalmente, inclusive nos expondo em nossas fraquezas, uma vez que muitos não perderão a oportunidade de usar isso contra nós, quando lhes for interessante.
Da mesma forma, bradar aos quatro ventos uma vida cor de rosa, maravilhosa e perfeita, como se tudo desse certo na sua vida, muito provavelmente atrairá a inveja alheia. Embora o mal não nos atinja quando temos o bem em nossos corações, existem pessoas que usam de meios que jamais imaginaríamos para nos prejudicar, portanto, quanto menos souberem de nossas vidas, melhor será.
A melhor maneira de ser feliz, no final das contas, é compartilhando o que sentimos com as pessoas que nos amam com sinceridade, com aqueles que sempre estarão de mãos dadas conosco, faça chuva ou faça sol. Porque ninguém precisa saber o quanto somos felizes, além daqueles a quem devemos ser gratos por nos oferecer um amor verdadeiro, que sempre nos curará e nos provocará sorrisos espontâneos. Porque a felicidade não se alimenta de plateia, mas de amor que vai e volta cada vez mais forte, cada vez mais amor.

 Fonte do texto: postado por Marcel Camargo no site: O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2016/07/quem-e-verdadeiramente-feliz-nao-precisa-de-plateia/

POR QUE PENSAR TE TORNA UM SER MAIS SOLITÁRIO?

A sociedade pós-moderna está carente de Nietzsches. Pensar exige esforço e a coragem de encarar complexidades que, muitas vezes, preferimos ignorar.

“Quando Nietzsche Chorou”, obra de Irvin D. Yalom, traz grandes nomes da história como Josef Breuer, Sigmund Freud e o meu preferido: Friedrich Nietzsche. O autor mescla fatos reais e ficção com o intuito de explorar o nascimento da psicanálise por meio de encontros entre Breuer e Nietzsche que nunca aconteceram realmente.

O filósofo alemão sofre de uma crise existencial e depressão suicida que o atormentam profundamente, enquanto Breuer, que tem a missão de ajudá-lo, também está passando por algumas angústias pessoais. Dentre todos os temas discutidos ao longo do romance, o que mais me chamou a atenção foram as características de Nietzsche, que o tornam um homem completamente distante e solitário. Uma das falas do filósofo ilustra bem como ele se sente: “Às vezes, enxergo tão profundamente a vida que, de repente, olho ao redor e vejo que ninguém me acompanhou e que meu único companheiro é o tempo.”

Por ser tão fechado, Nietzsche não podia saber que estava sendo tratado por Breuer, pois a ideia de ter alguém invadindo sua intimidade o assusta completamente. A transformação ao longo das sessões é que Breuer lentamente se torna o paciente quando Nietzsche começa a ajudá-lo em relação aos seus tormentos e fantasias sexuais com uma mulher que não é a sua esposa. Posteriormente, o filósofo começa a confiar no psicanalista a ponto de se abrir como nunca havia feito antes.

O interessante é a forma como Nietzsche lida com a vida. Completamente fechado e sem conseguir estabelecer fortes laços devido a um trauma com uma mulher no passado, é um homem totalmente sozinho. E um questionamento que logo me veio foi: por que pessoas pensantes e reflexivas como ele costumam ser tão solitárias?

Normalmente, quem vive numa espécie de superfície tem mais facilidade de interagir com o mundo, pois seus dramas não tem a mesma magnitude daqueles vivenciados por um Nietzsche. E não entenda viver na superfície como uma crítica, pois é apenas uma das milhares de formas que o homem encontra para enfrentar sua jornada. Existem diferentes graus de se encarar a vida. Alguns mascaram as obscuridades justamente pelo medo que tem de enfrentar a dor. Outros, no entanto, transitam pela vida sem se darem conta da sua enorme teia de complexidades.

Entender e aceitar todas as dores da existência dá muito trabalho. Pensar resulta em incertezas, falta de respostas e, consequentemente, em angústias. Quem sofre com tudo isso é a psique, que de tão atormentada, pode posteriormente afetar o comportamento e a personalidade. Nietzsche diz enxergar a vida de forma tão profunda que se sente completamente sozinho. Com quem ele discutiria suas questões provenientes de uma visão tão reflexiva sobre a vida? Quem não tem esse mesmo nível de profundidade também não tem capacidade de viver com pessoas como Nietzsche.
Josef Breuer é contaminado por tantas reflexões de Nietzsche que em determinado ponto do romance não identifica mais nenhum sentido para sua vida. “Aquele rapaz agora envelhecido atingiu o ponto da vida em que não consegue mais ver seu sentido. Sua razão de viver – minha razão, minhas metas, as recompensas que me impeliram pela vida – se afigura absurda agora, quando medito em como busquei besteiras, em como desperdicei a única vida que possuo, um sentimento terrível de desespero me domina”, relata o psicanalista. Chegar nesse extremo é realmente desesperador, podendo resultar em crises e depressões profundas como as vivenciadas por Nietzsche.

Tendo em vista pessoas pensantes como Nietzsche, é possível fazer uma relação com a sociedade pós-moderna, permeada por indivíduos que têm extrema dificuldade de ficarem completamente sozinhos. Hoje, com o avanço tecnológico, as pessoas têm o costume de estarem 24h por dia conectadas e em momentos em que seria essencial a solidão para reflexão, rapidamente recorrem a um aparato tecnológico, uma mensagem a um amigo ou uma foto que consiga likes o suficiente com o objetivo de suprir essa carência e mal-estar. Estar realmente sozinho chega a ser uma raridade de poucos atualmente.
Essas pessoas que dificilmente possuem um momento de reflexão solitário, diferente dos Nietzsches, parecem ser mais leves, despreocupadas e até mais felizes – talvez por mascararem suas angústias ou simplesmente por nunca terem se deparado com elas. Refletir sempre vai resultar em dor e descontentamento. Quem pensa, se dá conta de que muita coisa na vida não tem sentido nenhum e pensar mais e mais pode só aumentar a agonia. É por esse motivo que os Nietzsches que andam por aí muitas vezes são vistos como pessoas amarguradas e estranhas. Na verdade, encarar as verdades da vida torna esses indivíduos mais críticos, pois continuam numa busca incessante por respostas que podem nunca alcançar. Dessa forma, se isolam da maioria por se sentirem completamente incompreendidos e desencaixados num mundo onde parece que ninguém os acompanha.

O equilíbrio é essencial. Ser um Nietzsche constantemente pode gerar muito sofrimento – como pode ser percebido no romance –, mas ser incapaz de ter um momento solo é um erro muito comum hoje em dia e que passa despercebido.

Você que está lendo isso, quando foi a última vez que se sentiu um Nietzsche? Um peixe fora d’água? Quando foi a última vez que passou um dia inteiro realmente sozinho? Sem recorrer a ninguém além de si mesmo quando bateu uma agonia, uma dificuldade ou simplesmente uma tristeza… O mundo pós-moderno está carente de verdadeiras pessoas pensantes, que saem da caixa sem medo de explorarem as profundezas mais escuras desse oceano que é a vida.

Sofrer dignifica, faz crescer… Mas sofrer em excesso leva ao desespero, à dor incontrolável. Portanto, pensar é preciso, mas ponderar os pensamentos é obrigatório. Quem pensa de mais, vive de menos. E por mais que eu admire os Nietzsches que ainda existem por aí – solitários e reflexivos -, tenho certeza de que quem trilha este caminho tem uma árdua tarefa que pode resultar na mesma conclusão de Nietzsche: “Penso que sou o homem mais solitário do mundo.”

Fonte do texto: Escrito por Bruna Cosenza - via: https://osegredo.com.br/2015/07/por-que-pensar-te-torna-um-ser-mais-solitario/

sábado, 4 de novembro de 2017

PARA VOCÊ QUE CONHECE MEU NOME, MAS NÃO A MINHA HISTÓRIA PESSOAL...

 São muitas as pessoas que dizem nos conhecer; no entanto, há quem fale conosco sem nos ouvir, quem olhe para nós sem nos ver, os mesmos que também não hesitam em nos rotular. Neste mundo de julgamentos rápidos não são muitas as mentes pacientes, aquelas capazes de entender que por trás de um rosto existe uma batalha, que por trás de um nome existe uma história.

Daniel Goleman nos explica em seu livro “Inteligência Social” um detalhe que não nos passa despercebido. Assim como muitos outros psicólogos e antropólogos também nos explicaram, o cérebro do ser humano é um órgão social. As relações com nossos semelhantes são essenciais para sobreviver. No entanto, Goleman aponta mais um aspecto: muitas vezes também somos “dolorosamente sociais”.

Você conhece o meu nome, não a minha história. Você ouviu o que eu fiz, mas não sabe pelo que eu passei…

Essas alterações nem sempre trazem um benefício, um reforço positivo que devemos aprender a integrar. Hoje em dia a nossa maior ameaça predatória é, surpreendentemente, a nossa própria espécie. Uma ameaça que poderíamos comparar com um combustível que arde especialmente nesse mundo emocional; um lugar que muitas vezes é violado, criticado ou posto à prova através de um rótulo que nos objetifica.

 Cada um de nós é como navios desbravando oceanos mais ou menos tranquilos ou mais ou menos turbulentos. No nosso interior, e pendentes na âncora desse belo navio, as nossas batalhas pessoais estão penduradas e irão ser travadas. Aquelas com as quais tentamos avançar apesar de tudo, aquelas que às vezes nos deixam encalhados, sem que o resto do mundo saiba muito bem o que está acontecendo conosco, o que nos faz estar parados ou o que nos machuca.

Propomos que você reflita sobre isso:
A história que ninguém vê, o livro que você leva dentro de si...


Um passado não determina um destino, sabemos disso, mas dá forma ao herói ou à heroína que somos na atualidade. Assim, esse processo, essa história pessoal à qual temos sobrevivido com tanto orgulho, é algo que nem todos conhecem, e algo que, por sua vez, escolhemos compartilhar apenas com algumas pessoas. Por isso, a única coisa que pedimos no decorrer do nosso dia a dia é respeito mútuo e para não recorrer aos rótulos banais em que as maravilhosas particularidades do ser humano são padronizadas.

Vamos mudar o foco de atenção

Vamos imaginar por um momento uma pessoa fictícia. Ela se chama Maria, tem 57 anos e faz alguns meses que começou a trabalhar em uma loja. Seus colegas de loja a rotulam como tímida, reservada, chata, alguém que evita olhar nos olhos quando começam uma conversa com ela. São muito poucos os que conhecem a história pessoal de Maria: ela sofreu maus-tratos durante mais de 20 anos. Agora, depois de se separar recentemente de seu marido, ela voltou, depois de muito tempo, ao mercado de trabalho.

“Minha história não é doce, nem agradável como as histórias inventadas. A minha tem sabor de bobagem e confusão.” -Herman Hesse-

Cair no julgamento rápido e no rótulo é fácil. Maria tem plena consciência de como os outros a veem, mas sabe que precisa de tempo, e se tem algo que ela não quer, é que os outros sintam pena dela. Ela não é obrigada a contar sua história, não tem por que fazer isso se não quiser, a única coisa que ela precisa é que as pessoas ao seu redor mudem o foco de atenção.

Em vez de centrar nosso interesse apenas nas carências dos outros, de proceder a uma análise rápida resultando no estereótipo clássico para delimitar o que é diferente de nós mesmos, temos que ser capazes de desligar o julgamento para ativar a empatia. Apenas esta dimensão é a que nos torna “pessoas” e não meros seres humanos vivendo juntos em um mesmo cenário.

Colocar um rótulo é, acima de tudo, renunciar à nossa capacidade de percepção ou à oportunidade de descobrir o que há além de uma aparência, de um rosto, de um nome. No entanto, são necessárias três coisas para chegar a esta delicada camada da interação humana: um interesse sincero, proximidade emocional e tempo de qualidade. Dimensões que atualmente parecem ter caducado em muitas almas.

Temos consciência de que muitas das abordagens terapêuticas que são usadas atualmente centram a sua importância nas oportunidades presentes, nesse “aqui e agora” em que o passado não tem por que nos determinar. No entanto, as pessoas, quer queiram quer não, são feitas de histórias, de fragmentos existenciais, de capítulos que dão forma a uma trama passada da qual somos o resultado.
 Não podemos esquecer que a empatia tem um objetivo muito concreto no nosso cérebro emocional: entender a realidade do outro para garantir sua sobrevivência. Temos que aprender a ser facilitadores emocionais em vez de meros predadores de energia, devoradores de ânimo ou aniquiladores de autoestima.

Todos enfrentamos batalhas muito íntimas, às vezes descarnadas. Somos muito mais do que diz a nossa carteira de identidade, o nosso currículo ou o histórico acadêmico. Somos feitos de matéria estelar, como disse Carl Sagan uma vez, estamos destinados a brilhar, mas às vezes optamos por apagar a luz uns dos outros. Vamos evitar fazer isso e investir mais no respeito, na sensibilidade e no altruísmo.

Fonte do texto: postado por A Mente é Maravilhosa no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2017/03/para-voce-que-conhece-meu-nome-mas-nao-minha-historia-pessoal/

domingo, 4 de junho de 2017

TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI

 Não pude deixar de compartilhar... Me emocionei pela verdade no texto, não deixem de ler!

" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.

É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.

É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.

É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.

É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.

E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

Todo filho é pai da morte de seu pai.

Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.

E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.

Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.

Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.

A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.

A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.

Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.

Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?

Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.

No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira: e

— Deixa que eu ajudo.

Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.

Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

Embalou o pai de um lado para o outro.

Aninhou o pai.

Acalmou o pai.

E apenas dizia, sussurrado:

— Estou aqui, estou aqui, pai!

O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "

Autor do texto: Fabricio Carpinejar

sábado, 29 de abril de 2017

O IMPOSSÍVEL É AQUILO QUE VOCÊ NÃO TENTA!

É impossível algo dar certo se você não tentar!

Parece que é uma ofensa com a vida você não tentar algo. Um desperdício de tempo e vivência na terra.
Tentar segundo o dicionário é se esforçar, buscar ou procurar algo. É você andar no escuro e encontrar uma direção ou saída.
É também você querer ultrapassar uma barreira na sua vida, a do medo. Medo daquilo que não podemos ver, sentir ou tocar.
Sabe aquela oportunidade de emprego em outro estado? Está na hora de tentar, de começar algo novo, de aprender a se virar sozinha, de cozinhar, ser independente e a fazer seu próprio jantar.
Eu sei que o desconhecido é assustador, que tudo pode dar errado, assim como tudo pode dar certo.
Infelizmente a vida é uma matéria de exatas que a maioria não entende. Sua porcentagem é meio a meio, 50%. É como dizem, o não você já tem, porque não tentar mudar isso para o sim.
Sim, deu certo. Sim, eu consegui. Sim, eu venci. Sim, eu cheguei até aqui. Sim, eu superei os obstáculos. Sim!

É certo que se de alguma forma a mudança não te fizer feliz, sua família vai estar ali, te esperando de braços abertos, e novas oportunidades irão surgir. O que você leva de toda situação ruim são as experiências e aprendizado. Pois não se engane, sempre tem!
Quanto aquele lance com o cara que você está super afim, e isso já faz mais de oito meses. Por que não dar uma chance para o romance, o namoro sério?
É impossível algo dar certo se você não tentar. Se vai durar anos, meses ou dias, não sabemos ao certo, mas que nesses momentos você fará história na vida do outro e juntos vão construir lembranças isso é um fato. Que por sinal, é muito lindo de se imaginar.
Não fuja das oportunidades que a vida te proporciona. Afinal de contas, ela não é uma mãe que insiste, e bate na porta mais de uma vez para que se levante e siga em frente.
A escolha é sua.

Quer tentar ou ficar dizendo que é impossível?

Fonte do texto: postado por Aline Felix no site O Segredo - via: https://osegredo.com.br/2017/01/o-impossivel-e-aquilo-que-voce-nao-tenta/

NÃO SE CULPE POR NADA. TUDO QUE VOCÊ VIVE É NECESSÁRIO PARA CONSTRUIR SUA HISTÓRIA!

Forças para prosseguir – Tudo o que você vive é necessário para construir sua história!

Queria que você jamais se esqueça, que é bem mais forte do que imagina, basta acreditar um pouco mais em si mesmo e perceber que não deve ter medo em hipótese alguma de ser você mesmo.
É importante respirar fundo, pegar impulso com todas as forças que possui aí dentro de você que é incrível. Agora ergue essa cabeça e siga em frente, sem olhar para trás.
Se tropeçar ou até mesmo cair, vai encontrar forças dentro de você, que nem imaginava que existia para poder prosseguir a sua caminhada pela estrada da vida.

Mas lembre-se: é importante não desistir, pois lá na frente tudo fará sentido e vai valer, todos os tropeços, marcas e até mesmo nãos que obteve como resposta em certas circunstâncias.
Aprendemos desde muito cedo, só que ainda temos muito medo de errar e daquilo que possa não dar certo, mas vai por mim…. É melhor errar ou até mesmo se machucar, viver e aprender do que ficar o tempo todo na zona de conforto achando que aquilo poderia ser diferente se tivesse realmente tentado.

Não se culpe por nada, tudo o que você vive é necessário para construir sua história de sucesso e principalmente te fortalecer, para ser quem você é.
Grandes pessoas não são aquelas que em sua vida tudo ocorre conforme o roteiro e sim aquelas que conseguem encontrar luz em qualquer trajetória.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2017/02/nao-se-culpe-por-nada-tudo-que-voce-vive-e-necessario-para-construir-sua-historia/

segunda-feira, 24 de abril de 2017

PESSOAS FELIZES NÃO FALAM MAL DOS OUTROS!

 Em vez de ficar obcecada com as críticas ou de ficar criticando os outros, dedique seu tempo para melhorar a si mesma e o seu entorno.

O hábito de “falar mal” dos outros está tão enraizado na nossa sociedade atual que infelizmente não nos damos conta do quanto ele pode prejudicar a vida de todos: aquele que critica, aquele que é criticado, e até aquele que ouve passivamente a crítica sobre os outros.

Você já reparou em como as pessoas felizes não falam mal dos outros? Parece que elas, simplesmente, não têm essa necessidade que tantas outras pessoas têm.

Neste artigo, queremos falar sobre os motivos pelos quais as pessoas criticam as outras e sobre como podemos nos manter fortes diante das críticas e das energias negativas de pessoas que só sabem falar mal dos outros.

Por que as pessoas falam mal dos outros?
O motivo principal pelo qual as pessoas sentem a necessidade de falar mal dos outros é para que elas se sintam melhor com as suas próprias inseguranças.Geralmente elas procuram defeitos e falhas dos outros para comentar, em uma tentativa de disfarçar, tirar o foco ou até parar de pensar nos seus próprios defeitos.

E não se enganem: ninguém está imune a isso. Analise o seu próprio comportamento com atenção e veja se você não fez nenhum comentário maldoso nos últimos tempos, mesmo sem intenção. Muitas vezes falamos algo e só depois nos damos conta.

Infelizmente este tipo de comportamento está enraizado no dia a dia de muitas pessoas, que na maioria das vezes estão insatisfeitas com algum aspecto das suas vidas, e criticam os outros para, de alguma forma, se sentirem melhor, mesmo que isso seja feito de maneira inconsciente em algumas situações.

MANTENHA-SE FORTE DIANTE DAS CRÍTICAS

 Também é fundamental falar sobre o outro lado da moeda: a pessoa que é criticada. Em teoria, deveríamos todos ser completamente imunes às críticas. Afinal, o que uma pessoa diz sobre nós é a realidade dela, e não a nossa. Ninguém sabe realmente o que acontece na vida de outra pessoa, tanto das alegrias e momentos de felicidade quanto das lutas e adversidades superadas.

Não deixe que a opinião dos outros influencie o seu dia a dia negativamente. É muito importante reforçar e desenvolver a sua autoestima e autoconfiança, para saber lidar melhor com as críticas e resistir a delas. Sabemos que, muitas vezes, é difícil fazer isso, mas a chave para consegui-lo é o autoconhecimento.

Se você estiver feliz consigo mesmo, se tiver valores fortes nos quais acredita, se souber valorizar tudo o que tem na vida, ao invés de focar no que não tem, poderá viver alheio aos comentários dos outros, pois eles não o afetarão.

AFASTE-SE DE QUEM SÓ SABE CRITICAR
 Todo mundo conhece uma pessoa repleta de energias negativas, que só sabe se queixar da vida, reclamar de todos os acontecimentos, até dos felizes, e falar mal dos outros sempre que tiver uma mínima oportunidade.

Estas energias são contagiosas, por isso não vale a pena incentivar este tipo de comportamento, pois você também irá perder com ele. Cerque-se de pessoas felizes, com um astral lá em cima, otimistas e que enxerguem o lado positivo da vida, e não de pessoas que deixam todos (e inclusive elas mesmas) “para baixo”.

E não se engane: uma pessoa que fala mal dos outros para você, certamente fala mal de você para os outros. É este tipo de amizade ou relacionamento que você quer ter? Talvez seja o momento de reavaliar.

Se você conviver com alguém assim, pode conversar e explicar que este comportamento somente prejudica a todos, e que você não gostaria mais de ouvir comentários maldosos sobre as outras pessoas. Se mesmo assim não adiantar, infelizmente a melhor solução pode estar no afastamento.

SEJA A MELHOR VERSÃO DE VOCÊ MESMO(A)
 As pessoas felizes estão preocupadas demais com elas mesmas e com o seu bem-estar pessoal para perder tempo falando mal dos outros. Inspire-se nelas!

Dedique o seu tempo, os seus pensamentos e as suas palavras à pessoa que mais importa na sua vida: você mesmo! Mantenha o seu foco em ser a melhor versão possível de você mesmo, trabalhando as suas inseguranças sem se comparar aos outros, e sem perder tempo com comentários e observações a respeito de características e comportamentos alheios.

Quando você estiver satisfeito consigo mesmo, certamente estará tomando as melhores decisões para o seu presente e o seu futuro, e vivendo de acordo com a sua verdadeira essência, não terá nenhuma preocupação com os outros e poderá seguir em frente de forma muito mais leve, plena e feliz.

Fonte do texto: Melhor com saúde - via: http://www.sentimentosemfrases.com/pessoas-felizes-nao-falam-mal-dos-outros/

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

 As pessoas geralmente se preocupam com a aparência física e se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades. 

Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras. 

No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. 

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. 

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada. 

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. 

Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca. 

É possível detectá-la também nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. 

É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo. 

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não. 

É elegante não ficar espaçoso demais. Não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. 

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. 

É elegante retribuir carinho e solidariedade. 

Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância. 

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. 

A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente. 

Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação. 

É ser amigo sem conivência negativa. 

Ser sincero sem agressividade. 

É ser humilde sem relaxamento. 

Ser cordial sem fingimento. 

É ser simples com sobriedade. 

É ter capacidade de perdoar sem fazer alarde. 

É superar dificuldades com fé e coragem. 

É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar. 

Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é. 

* * * 

Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento. 

Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.

Fonte: Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em mensagem de Martha Medeiros, encontrável no site: www.nuraferretsilveira.hpg.ig.com.br/elegancia.htm

INVEJA, CALÚNIA E DIFAMAÇÃO...

 Quem nunca sofreu com calúnia, difamação, inveja?

Calúnia e difamação são frutos de mentes e corações distantes do amor e do bem. São as armas prediletas para atacar as pessoas de bem.

Pessoas más inventam, aumentam, distorcem e fazem tudo para tentar sujar a imagem de seus desafetos.

Essa prática é mais comum do que imaginamos. A fofoca é um exemplo. Raramente uma fofoca é fiel à realidade, vem sempre associada à maldade e à inveja.

Como lidar com estas situações?

- Se as pessoas para as quais forem ditas calúnias a seu respeito, conhecem bem você, não faça nada. O caluniador está passado seu próprio atestado de mau caráter.

- Quanto às pessoas que não conhecem você tão bem, explique-se somente àquelas que merecem sua consideração e estão diretamente envolvidas com você.

- No trabalho, justifique-se somente com as pessoas às quais você responde hierarquicamente e amigos verdadeiros. Esclareça as calúnias. Mantenha tudo na esfera profissional, trate dos fatos, não das pessoas caluniadoras.

E lembre-se:

1. Nada do que disserem a seu respeito poderá diminuir o seu real valor. Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem que você permita.

2. O tempo é o maior aliado da verdade. Nenhuma mentira, calúnia ou difamação resiste à ação do tempo!

3. Sua melhor resposta é sua história de vida. Pratique a virtude, faça o bem. Nada poderá destruir esse patrimônio!

-Auto desconhecido

COISAS QUE A VIDA ENSINA DEPOIS DOS 40

Amor não se implora, não se pede não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...

-Artur da Távola

sexta-feira, 21 de abril de 2017

NÃO HÁ NADA A GANHAR COM FOFOCAS. AFASTE-SE DELAS!

Por que fazer parte das fofocas? Esqueça-as: que não invente o que não se sabe; se não viu, que não comente! Se não escutou, que não fale. Ruins são as pessoas que não viram nada com os olhos, mas que inventam e muito com a boca. Infelizmente ainda existem pessoas que têm muito o que aprender.

Há quem pretenda nos enganar. Esta é a verdade, ainda que seja difícil aceitarmos. As fofocas e as histórias repassadas têm três tipos de veneno… Por quê? Porque ferem quem diz, quem ouve e a pessoa que é motivo da fofoca.

Quando você escutar uma fofoca ou história sobre outra pessoa ou até sobre você mesmo, tampe os ouvidos. Não entre no jogo nem aceite a situação, porque quem quer fazer dano só consegue se recebe dos outros seus créditos e sua atenção.

Quem dedica seu tempo ao aprimoramento de si mesmo…

…não tem tempo para criticar os outros. Escutar fofocas, contos e histórias inventadas nos desgasta intensamente. Mesmo quando nós somos os emissores, o mal que fazemos volta para nós em forma de coisas tóxicas, sentimentos ruins e inadequação vital e social.

As pessoas fofoqueiras não são queridas pois, como se costuma dizer: “o que a Marina diz de Paula, diz mais de Marina do que de Paula”. Quem gostaria de depositar sua confiança em alguém que fala um pouco de todo mundo?

Devemos procurar o que há em nossa inquietude, deixar de lado a falação e não se meter naquilo que não cabe a nós falar ou expressar nossa opinião. De fato, umas vez mais devemos nos lembrar de que antes de dizer qualquer coisa temos que filtrar nossa mensagem em pelo menos três momentos diferentes. Vejamos uma pequena história que resume essa questão perfeitamente:

“O jovem discípulo de um filósofo sábio chega em casa e diz a ele:

-Mestre, um amigo esteve falando de você com malevolência…

-Espere! – interrompe o filósofo – Passou o que você vai me contar pelos três filtros?

– Os três filtros? – pergunta o discípulo.

-Sim, o primeiro é a verdade. Está certo de que o que quer me dizer é absolutamente correto?

-Não. Ouvi o homem falando para uns vizinhos.

-Ao menos então passou pelo segundo filtro, que é o da bondade. Isso que deseja me dizer, vai ser bom para alguém?

-Na realidade não… muito pelo contrário.

-Ah, vá! O último filtro é o da necessidade. É necessário que eu fique sabendo disso que tanto o inquieta?

-Para a dizer a verdade não.

-Então – disse o sábio sorrindo – se não é verdade, nem bom, nem necessário, enterremos a história no seu ouvido?“
As fofocas só têm um poder: a atenção de quem as escuta

Em uma ocasião Carolina Herrera disse que se algo não nos agrada podemos tirar-lhe o único poder que tem: nossa atenção. Realmente não há nada que possa nos afetar se nós não dermos crédito e atenção.

Manter-nos longe das fofocas serve para, primeiramente, manter uma atitude saudável diante de nossas relações, nossa saúde e nossa autoestima. Porque quando damos ouvidos para o que os outros vem falando, de algum modo estamos permitindo que aquilo penetre em nossa mente.

Isso vai se sedimentando e acaba destruindo a ordem pessoal e mental que vamos ganhando através da sinceridade, do respeito, da humildade, da generosidade e da honra. Como consequência acabamos formando uma espécie de cálculo emocional e social que gera problemas e conflitos em nós e nas nossas relações.

Por isso é positivo não permitir que ninguém nos conte fofocas ou histórias que distorcem nossa realidade e pioram o modo como nos entendemos com nossos pensamentos, sentimentos, e damos respeito aos outros e a nós mesmos.

Fonte do texto: A mente é Maravilhosa 

  via: https://osegredo.com.br/2016/07/nao-ha-nada-ganhar-com-fofocas-afaste-se-delas/